O que é e como funciona uma Escola de Sabedoria
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Por Swami Narayananand Ayurved Saraswati
(Dr. José Ruguê)
Todo ser humano possui, no conceito da milenar Sabedoria Védica, quatro objetivos ou metas fundamentais na vida. Elas são chamadas fundamentais por serem naturais à existência humana e não estabelecidas culturalmente. Ou seja, em todos os tempos, em todas as partes do mundo as pessoas são impulsionadas naturalmente a buscarem a realização dessas metas.
Elas são:
Artha – a busca da prosperidade
Kama – a busca do prazer, da felicidade.
Dharma – a busca da realização de seus talentos internos
Moksha – a busca da liberdade
A palavra sânscrita que designa o conjunto desses objetivos é Purushartha. No contato do ser humano com o universo que o cerca e com seu mundo interior surge a oportunidade de exercitar a realização dessas metas. Para muitos de nós, enquanto nossa consciência se apresenta fragmentada, há conflito na plena realização desses objetivos. No afã de ser próspera (artha) a pessoa, muitas vezes, perda a liberdade (moksha) e se torna escrava de compromissos que sufocam toda a realização do prazer (kama). Outras vezes, na busca do prazer abre mão da realização dos talentos pessoais e se torna escrava de contingências.
Nossa sociedade, principalmente no Ocidente, tem privilegiado a busca de Artha e Kama (prosperidade e prazer). Nossa cultura foi construída tendo por base a busca do prazer não importando se isso se baseia na realização de nossos talentos internos ou quanto de nossa liberdade vai ser sacrificada. A sociedade construída após a revolução industrial materializou a realização da prosperidade no acúmulo do dinheiro. Em outras palavras, a prosperidade é representada pelo conteúdo de nossas contas bancárias e isso traduz quanto prazer podemos comprar! Essa distorção tem ficado ainda mais patente quando encaramos a liberdade como a possibilidade de buscar todas as formas de prazer sem nenhum limite. Quantas pessoas nesse mundo vivem ou almejam a liberdade segundo esse ponto de vista? A busca alucinante por poder que encanta a muitos líderes, políticos e religiosos não é outra coisa que a busca de exercer livremente o prazer e o acúmulo de riqueza.
Essa é a fonte da violência, dos conflitos e da insatisfação geral que permeiam nosso mundo. Para as pessoas que se restringem a esse nível de visão da vida as religiões apresentam Deus como o grande doador da prosperidade e do prazer que elas buscam. Nem sempre esse prazer e essa prosperidade virão nessa vida e, para aqueles que se sentem frustrados, apresenta-se a idéia de um céu onde os nossos desejos poderão ser realizados na forma de prazer, sem que a dor inerente ao mesmo venha associada. Por exemplo, existem alguns conceitos de céu onde você poderá comer tudo o que quiser e não engordar!!! Ter todas as mulheres que queira ao mesmo tempo, sem que elas transformem sua vida em um inferno, com o perdão da palavra!!!
Esse enfoque religioso é chamado Caminho Exotérico ou exterior.
Algumas pessoas já têm desenvolvido um nível de maturidade emocional, psicológica e espiritual onde o encantamento desses “brinquedos infantis” tão hipnotizantes que movem a vida de tantos nessa busca desenfreada de prazer e acúmulo de riquezas que dão ilusória segurança já vão perdendo sua ação escravizante – Moha - e estas pessoas começam a se indagar como realizar seus anseios internos mais profundos, qual é seu papel nessa ordem cósmica (dharma) e como se livrar (moksha) dessa visão condicionada da vida que separa os seres e distorce a realidade; como ser livre do escravizante fluxo dos pensamentos e emoções que nos levam como as ondas do mar levam a um indefeso barco de um lado para o outro e qual realidade se descortina para aquele que conquistou essa liberdade. Esse ser humano, quando bem orientado, entende que a busca de prosperidade e de felicidade não conflita com a realização desses outros objetivos, apenas coloca o foco deles em motivações mais permanentes e mais reais.
Para as pessoas que se encontram nesse nível de busca e de mobilização interna e externa surgiram, desde um remoto passado, as Escolas de Sabedoria em todas as partes do mundo. Dirigidas por Hierofantes, Mestres, Gurus, Seres que já conquistaram a realização experimental das dimensões superiores da existência humana e se puseram em contato com a Consciência Pura de onde tudo emana, essas Escolas foram sempre a fonte de luz para o mundo. Ensinavam como ensinam o treinamento individual naquilo que foi extraordinariamente cunhado por Audous Huxley como Sabedoria Perene, tradução da expressão sânscrita Sanátana Dharma. Alguns a chamaram Ciência Mística Experimental, outros Mistérios Menores e Maiores, Caminho Esotérico ou Interior e outros tantos nomes que indicam sua natureza universal, seu método de encontrar as potencialidades existentes no interior do ser humano e o fato da necessidade da existência de uma Escola porque nesse Caminho não há como ser autodidata. Não se trata de um folclore ou de uma filosofia desenvolvida por uma civilização, nos primórdios ainda rudimentares da consciência humana, mas, se você observar atentamente, as experiências de realização dos métodos dessas Escolas têm uma maravilhosa semelhança, ainda que obtidas por pessoas vivendo em lugares tão diferentes, em culturas tão diferentes e em tempos tão diferentes. Por exemplo, analisem as experiências místicas de Santa Tereza de Jesus e Sri Ramakrishna Paramahamsa. Culturas tão diferentes, crenças tão diversas e aquela Sabedoria infusa proveniente das experiências diretas com a Verdade. É obvio que, na descrição das experiências, a linguagem de cada um se baseia nos conceitos locais, mas o resultado de transformação interior e da aquisição de um conhecimento que não provem do tedioso processo de raciocínio indutivo ou dedutivo lógico são maravilhosamente semelhantes. A teologia cristã destaca esse caráter de percepção direta chamando-a sabedoria infusa.
Então, surge a pergunta: essas experiências são fruto da Graça Divina imponderável ou dependem de uma ascese pessoal, desenvolvida com método, sob supervisão de alguém que não seja apenas um teórico, mas tenha vivido aquilo que seu aluno está experimentando, mesmo que, às vezes, o aluno suplante o professor? A resposta nos dá o próprio Sri Ramakrishna - o vento da Graça sopra sempre. Depende de nós levantarmos as velas de nosso barco para sermos movidos por ela.
Se acreditarmos que a Divindade é Amor infinito e Compaixão infinita, como poderíamos pensar que alguém, estando preparado, não receberia a Graça Divina instantaneamente?
Analisando mais profundamente aquilo que denominamos Escola de Sabedoria, o grande Pandit K. T. Srinivasacharyar, segunda autoridade iniciática externa da Suddha Dharma Mandalam, ensina que existem quatro requisitos básicos para que uma escola possa ser chamado Escola de Sabedoria:
1. Shastra: toda Escola de Sabedoria deve ter um corpo de doutrina formado pela revelação obtida nas experiências espirituais de seus Mestres e sustentada pelo Shruti – revelação divina.
2. Upasana: toda Escola de Sabedoria deve ter um método, um conjunto de disciplinas externas e outras puramente subjetivas que conduzam o aspirante às experiências pessoais que transformem a Doutrina em realização pessoal.
3. Diksha: Iniciação.
4. Anubhava: o conhecimento das experiências espirituais reais que certamente advirão para aqueles que receberam as Iniciações e realizaram o Upasana.
Se faltar qualquer um desses elementos a uma Escola ela acaba por se transformar apenas em uma estrutura institucional que, mesmo rica e poderosa, mesmo cheia de belos rituais, não passa de um corpo sem alma. A história mostra que muitas Escolas se transformaram nisso quando foram perdendo o contato espiritual com os Grandes Mestres e se secularizando, dando ênfase à disputa por poder e conflitos diversos.
Permitam-me analisar resumidamente cada um desses elementos à luz dos ensinamentos da Yoga Brahma Vidya – a Ciência Sintética do Absoluto - que é considerada a origem dos diversos sistemas iniciáticos do mundo, guardada no coração dos Sábios desde tempos imemoriais. Suddha Dharma Mandalam é o nome em sânscrito da Grande Fraternidade Branca, que é o grande corpo dos Sábios que protegem a evolução do mundo, sob a direção de Sri Bhagavan Narayana. Ela é responsável, desde tempos imemoriais, pelo treinamento para formação do corpo de Yoguis que se ocupam da instrução e do governo espiritual do mundo.
Shastra:
O corpo de Doutrina está embasado no conceito de Brahm, o Absoluto, a máxima Plenitude – que transcende todo conceito – cujo símbolo é OM. Todo o universo e os seres viventes são, já nesse momento, por natureza, Brahm. Os deuses e os demônios, os seres visíveis e invisíveis, os planos de glória e de obscuridade são, por natureza, Brahm – Sarvam tat kalvidam Brahm – tudo isso é verdadeiramente Brahm e Sarvam Brahma Svabhavayam – tudo é da natureza de Brahm. Esse conceito de máxima plenitude e unidade é, para o aspirante, a força motivadora para todos os seus atos. Ele não vê o Universo como falso (mithya), mas como sendo o próprio Brahm, em essência.
De Brahm emana Atma – a Consciência Cósmica – que é Sat – Verdade ou imutabilidade, Chit – Consciência e Ananda – Bem-Aventurança. Atma compenetra, sustenta e dá vida à outra emanação de Brahm que é a Prakritti – matéria- e essa união (yoga) indissolúvel entre Espírito e Matéria – Atma e Prakritti – gera toda a manifestação cósmica de mundos e seres. O Atma imutável, com sua presença, irradia sua Shakti – poder infinito – que compenetrando a Matéria a coloca em movimento. Surgem, então, as diferenciações da Prakritti, na forma de Tattwas (os elementos da matéria): Mahat, a Mente Divina, Ahamkara, o princípio da individualidade, Manas, a mente emocional, os cinco Tanmatras, ou divinas medidas, os dez Indriyas, sentidos, e os famosos cinco elementos – akasha, ar, fogo, água e terra. Com isso se constrói todo esse teatro cósmico, visível e invisível.
Apesar de, didaticamente, termos colocado todo esse processo em uma seqüência, quero chamar a atenção do leitor para a simultaneidade de todos eles e o extraordinário conceito de que a formação das partes não tira a plenitude do todo que continua sendo, em essência, o mesmo Todo – Brahm. Isto está lindamente expresso no mantra:
OM purnam adah purnam idam purnat purnam udachyate.
Purnasya purnamadaya purnamevavasychyate.
Nessa extraordinária e todo abrangente doutrina, o universo formado por diversos níveis de densidade da matéria única – Prakritti – vai evoluindo no sentido de cada vez maior complexidade e diferenciação para ser equipamento cada vez mais adequado para a expressão dos atributos da Consciência – Atma. Nossas almas individuais eternas – Jivas - formadas por um fragmento do Atma imutável e pelos diversos níveis de matéria são microcosmos onde o jogo máximo dessas formas e forças encontra seu campo e nossa evolução consiste em expressar cada vez mais esses atributos atmicos de sabedoria, poder e glória. Esse objetivo se consegue “atualizando” os poderes (Shakti) do Atma em cada um dos nossos corpos e, para isso, os principais processos são Japa – a repetição dos mantras e Dhyana – meditação nas diversas formas divinas.
Upásana:
A disciplina é chamada Suddha Raja Yoga ou o método puro que nos leva ao contato com Raja – o Ser Supremo. Realiza a síntese de conhecimento (gnana), devoção (bhakti) e ação (karma) pelo Yoga. Sua prática consta da execução de três processos:
1. Bhavana: todos os nossos atos, por mais inconscientes que sejam, têm um bhava ou motivação, a força desejo que o origina. Da natureza ou qualidade do bhava depende o resultado de nossos atos. Como nossas motivações, em geral, provêem de um profundo egocentrismo, baseado no conceito de separatividade arraigado na formação do conteúdo de nossa mente, o Bhavana, em oposição às nossas motivações egocêntricas, é a reflexão constante que todo o Universo visível e invisível com todos os seres que aí vivem e as leis que os regem, está mergulhado e é sustentando pela Consciência Única que, ainda assim, permanece imutável. Em outras palavras é a reflexão constante na Unidade em meio à diversidade, que purifica nossas motivações e modifica os “olhos com os quais vemos o mundo” levando a pacificar os conflitos que provêem da separatividade e a desalojar nosso ego da posição que ocupa em nossas vidas, sendo esta a origem de todo sofrimento.
2. Karma:
Os atos. Eles incluem dois aspectos. O primeiro é o aspecto da ética universal, que consiste em praticar em nossas vidas os princípios da não violência (ahimsa), veracidade (satyavachana) e o serviço ao mundo (loka kainkarya). Eles são a pedra angular da formação do caráter do verdadeiro Yogui e refletem o grau de maturidade espiritual desenvolvido, além de enfatizarem o aspecto fundamental do reconhecimento da presença divina em todos os seres. O segundo é a prática dos atos que nos levam à meditação. A “tecnologia” yóguica da entoação do japa ou repetição dos mantras e do uso dos pranayamas, métodos de controle da energia vital, além dos pujas – rituais purificatórios, invocatórios e laudatórios elevam nossas consciências a um outro nível do não condicionamento e ao reconhecimento daquele aspecto da consciência que não é o fluxo pensante, o observador interno tão elogiado por Sri Krishna no Bhagavad Gita, com o qual, unicamente, se pode meditar. Se não tomarmos contacto com nosso observador interno, o processo se torna um tedioso e frustrante esforço de tentar fazer com que nossa agitada mente possa se direcionar para um único ponto. É por este motivo que os Shastras chegam a dizer que nesse Kali Yuga, a era na qual vivemos, os esforços de concentração mental são penosos enquanto Japa dos nomes divinos se torna agradável e eficiente.
3. Dhyana:
O processo de meditação propriamente dito que é mais bem traduzido pela palavra contemplação, porque se trata do processo de não reflexão sobre um tema, mas manter a Forma Divina em nossa consciência e contemplá-la com amorosa devoção, buscando, com isso, compreender Sua natureza e tornar-se um só com Ela.
Quais são os objetos de adoração dentro dessa visão doutrinária? Existem três possibilidades: a primeira chamada Saguna Brahm, que é representada pela Mente Divina – Mahat – que se expressa como Ishwara – o grande Governante da Evolução Cósmica. Chamamos Náráyaná ao Supremo Governante Cósmico. Também sua Shakti pode ser adorada na forma da Mãe Divina ou ainda através de Suas manifestações como Avatara tais como Krishna, Rama, Buda, Jesus, Mitra Deva e outros. O resultado dessa meditação é o contato com o Senhor, realizando ao saranagati, a entrega absoluta, colocando-se integralmente como Dasa ou servidor da Vontade Divina. A segunda é chamada Nirguna Brahm e se refere ao Ser Único, adorado no santuário de nosso coração, como imutável, eterno, não afetado por nenhum de nossos pensamentos, desejos ou ações. O resultado da meditação em Nirguna Brahm é a identificação completa com Ele, eu e Deus somos um só ou Aham Atma, eu sou o Ser. A terceira é Suddha Brahm – o Supremo Absoluto – adorado como Verdade Suprema e como o todo. O resultado de realizá-lo é a progressiva percepção da Unidade Suprema.
A prática dessa metodologia ou Sádhana é infinita, de resultados progressivos. Sua execução deve ser supervisionada por um instrutor habilitado, que tenha experiência do caminho, conhecimento dos diversos métodos e como aplicá-los de acordo à natureza de cada discípulo. Aqueles professores que atendem estas condições são investidos com a função de Acharyas.
Diksha:
Iniciação. Muitas pessoas entendem Iniciação como um ritual de passagem pelo qual o aspirante é admitido em um novo grau de práticas dentro da Escola. A Sabedoria Perene só reconhece Diksha ou Iniciação como o ato de outorgar uma partícula de Tejas Anu – literalmente átomo de fogo – para o abençoado aspirante através de seu Brahmarandra ou Sahasrara ou chakra situado no topo da cabeça. Essa partícula não é simplesmente “transmissão de energia”, mas um elemento muito especial, impregnado do poder do Senhor Náráyaná – o Único Iniciador – que é transmitido ao aspirante por meio de uma Autoridade Iniciática – é chamado Guru aquele a quem Náráyaná outorgou essa função de Iniciador – e essa partícula produz reações internas nos corpos e na consciência do Aspirante, que permitem um “salto quântico”, para usar uma linguagem moderna, acelerando sua evolução. Diksha é o único instrumento para que Upásana, a disciplina, tenha o poder de produzir Anubhava, as experiências espirituais. Por isso, a tradição milenar de todos os povos enfatiza tanto a necessidade do Guru, porque aquele que verdadeiramente pode desempenhar esse papel funciona como instrumento de Bhagavan Náráyaná para a transmissão de Diksha. As Iniciações são progressivas, abrindo as portas de diferentes níveis de práticas e de realizações para o Aspirante. É importantíssimo chamar a atenção para o fato de que as verdadeiras Dikshas são conquistas indeléveis, não se perdem nem com a morte. São como sementes que, mesmo quando não germinam, permanecem “viáveis” por séculos e os Mestres nunca retiram do Aspirante essa conquista, obviamente dependendo de seus esforços a possibilidade dessa semente germinar e produzir frutos.
Anubhava:
Para aquele que recebe Dikhsa com seu respectivo Upásana e pratica , com intensidade, convicção e constância, desenvolvendo harmonia interna e purificando sua natureza, as verdadeiras experiências espirituais vão acontecendo. Essas experiências são contatos diretos com diferentes níveis de percepção da Realidade Suprema. Elas não têm nada a ver com experiências psíquicas, poderes extra-sensoriais, contatos com entidades invisíveis e outros fenômenos que simplesmente significam ampliação dos cinco sentidos. O discípulo vai adquirindo a capacidade de trasladar sua consciência de um corpo e outro e, em cada um deles, vai realizando o Samadhi ou êxtase que vai descortinando o Ser que reside centralmente em todos os seres, atualizando os poderes de progressiva Sabedoria, Amor Universal e Indivisível Felicidade e vai se tornando um adhikari cooperando no plano divino para a elevação de todos os seres. Assim, através da compaixão e do serviço a todos os seres, o Aspirante exercita os poderes conquistados na prática e manifesta as qualidades divinas das quais ele passa a ser instrumento cada vez mais perfeito.
Entre as Escolas de Sabedoria imemoriais quero chamar a atenção dos leitores para a Suddha Dharma Mandalam que existe de maneira oculta na Índia, na tradição dos Grandes Rishis e Mahatmas que foram os luminares da cultura védica, cuja revelação mais sintética e perfeita se encontra no Srimad Bhagavad Gita, o famosos diálogo entre Bhagavan Sri Krishna e Arjuna. Aqueles que se interessam por trilhar esse caminho das Escolas de Sabedoria poderão participar do treinamento que se iniciará com o Curso de Suddha Raja Yoga a ser ministrado por Ashrams da Suddha Dharma Mandalam no Brasil, sob a direta supervisão do Swami Narayananand Ayurved Saraswati (Dr. José Ruguê).

