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	<title>blog do Dr Ruguê</title>
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	<description>Textos e novidades de Dr. José Ruguê (Swami Narayananada)</description>
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		<title>Expor crianças a germes pode torná-las mais saudáveis</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que a ciência debate que a exposição precoce dos seres humanos aos germes ou micróbios são determinantes para a imunidade a alergias, como asma e rinite, e doenças autoimunes na vida adulta. Esse conceito de construção da imunidade, que viria da infância, coloca a higiene como fator determinante &#8211; a falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div align="right"></div>
</div>
<div id="texto_noticia">
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-647" title="Young girl in garden with muddy hands" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/04/criança-e-germes-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Não é de hoje que a ciência debate que a exposição precoce dos seres humanos aos germes ou micróbios são determinantes para a imunidade a alergias, como asma e rinite, e doenças autoimunes na vida adulta.</p>
<p>Esse conceito de construção da imunidade, que viria da infância, coloca a higiene como fator determinante &#8211; a falta ou exagero dela.</p>
<p>Ao longo dos anos, médicos associavam a &#8220;hipótese da higiene&#8221; com o aumento global das doenças alérgicas e auto-imunes, em especial, nas áreas urbanas. Da mesma forma que relacionava o aparecimento dessas doenças com as mudanças ambientais e de sociedade, que passou a ter acesso aos antibióticos administrados logo no começo da vida.</p>
<p>Mas pesquisadores do Hospital Brighman and Womans, em Boston, realizaram um estudo que fornece, de fato, evidências de que a higiene pode ter relação com a imunidade a certas doenças. O resultado foi publicado na versão online da revista Science Express na edição do dia 22 de Março.</p>
<p>Para se chegar a essa conclusão, o grupo de pesquisadores estudou o sistema imunológico de camundongos desprovidos de bactérias, comparando-os com camundongos que viviam em um ambiente normal, com total acesso aos germes.</p>
<p>Eles descobriram que os ratos livres de germes adquiriram uma forte inflamação nos pulmões, assim como asma e colite. A causa seria a hiperatividade de uma classe única de células T (do sistema imunológico) que tinha sido previamente associada a essas doenças tanto em ratos como em seres humanos.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores descobriram que ao expor os ratos &#8220;limpinhos&#8221; aos micróbios durante as primeiras semanas de vida, e não depois de se tornarem adultos, normalizou o sistema imunológico e contribuiu para a prevenção dessas doença. Proteção que se mostrou de longo prazo.</p>
<p>&#8220;Esses estudos mostram a crucial importância do condicionamento imune por micróbios durante os primeiros períodos de vida&#8221;, disse Richard Blumberg, chefe da Divisão de Gastroenterologia, Hepatologia e Endoscopia do Hospital Brighman and Womans</p>
<p>Opinião semelhante ao do co-autor sênior do estudo, Dennis Kasper, que afirmou que:</p>
<p>&#8220;Agora também conhecemos um mecanismo que permitirá aos cientistas identificar os fatores microbianos importantes na determinação da proteção contra doenças alérgicas e auto-imunes em períodos mais tardios da vida.&#8221;</p>
<p>À luz das descobertas, os pesquisadores alertam que mais pesquisas ainda são necessárias em seres humanos.</p>
</div>
<div>Fonte : Reuters</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Consumo de carne vermelha pode aumentar risco de morte. Reduzir pela menos uma porção ao dia diminui este risco em cerca de 7% a 19%</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2012/03/15/consumo-de-carne-vermelha-pode-aumentar-risco-de-morte-reduzir-pela-menos-uma-porcao-ao-dia-diminui-este-risco-em-cerca-de-7-a-19/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 12:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um conceituado artigo publicado no número deste mes de março de 2012  na prestigiosa  revista médica científica Archives of Internal Medicine expõe, de forma indubitável, os perigos do consumo da &#8220;carne vermelha&#8221;. São grandes populações pesquisadas e com grande rigor científico. O consumo de carne vermelha tem sido associado ao aumento do risco para desenvolver doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um conceituado artigo publicado no número deste mes de março de 2012  na prestigiosa  revista médica científica<em> Archives of Internal Medicine </em>expõe, de forma indubitável, os perigos do consumo da &#8220;carne vermelha&#8221;. São grandes populações pesquisadas e com grande rigor científico.<img class="alignleft size-full wp-image-620" title="legumes" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/legumes.jpg" alt="" width="276" height="182" /></p>
<p>O consumo de carne vermelha tem sido associado ao aumento do risco para desenvolver doenças crônicas. No entanto, sua relação com a mortalidade permanece incerta. Estudo publicado pelo<em>Archives of Internal Medicine</em> mostrou que o consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de morte, enquanto que a substituição de uma porção de carne vermelha ao dia diminui o risco de mortalidade em cerca de 7% a 19%.</p>
<p>Um estudo prospectivo longitudinal contou com a participação de 37.698 homens do<em>Health Professionals Follow-up Study </em>(1986-2008) e 83.644 mulheres do <em>Nurses&#8217; Health Study</em> (1980-2008) sem doença cardiovascular (DCV) ou câncer no início da pesquisa. A dieta foi avaliada através de questionários alimentares validados e atualizados a cada quatro anos.</p>
<p>Os resultados documentaram 23.926 mortes (incluindo 5.910 por DCV e 9.464 mortes por câncer) durante o seguimento. Após ajuste multivariado para estilo de vida e fatores de risco alimentares, observou-se que o consumo de carne vermelha processada ou não processada aumenta o risco de mortalidade geral, por doenças cardiovasculares e por câncer. Estima-se que a substituição de uma porção de carne vermelha ao dia por outros alimentos (incluindo peixes, aves, nozes, legumes, laticínios com baixo teor de gordura ou grãos integrais) diminui o risco de mortalidade em cerca de 7% a 19%. Outra estimativa é que 9,3% das mortes nos homens e 7,6% das mortes em mulheres podem ser evitadas se todos os indivíduos consumirem menos de meia porção de carne vermelha ao dia (cerca de 42 g/dia).</p>
<p>Concluiu-se que o consumo de carne vermelha está associado a um risco aumentado de mortalidade para DCV, câncer e mortalidade geral. A substituição da carne vermelha por outras fontes de proteína relaciona-se a um menor risco de morte.</p>
<p>Fonte:<a href="http://archinte.ama-assn.org/cgi/content/full/archinternmed.2011.2287"> Archives of Internal Medicine</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O risco de AVC pode ser reduzido através da substituição de carne vermelha por outras fontes de proteína</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2012/03/08/o-risco-de-avc-pode-ser-reduzido-atraves-da-substituicao-de-carne-vermelha-por-outras-fontes-de-proteina/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 13:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos científicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas fontes de proteína na dieta foram estudadas prospectivamente em relação ao acidente vascular cerebral. Um estudo publicado na Stroke (uma das revistas médicas científicas mais respeitadas em todo o mundo) examinou a relação entre os alimentos que são grandes fontes de proteína e o risco de acidente vascular cerebral. Foram acompanhados prospectivamente 84.010 mulheres com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_610" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><img class=" wp-image-610  " title="stroke1" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/stroke1.jpg" alt="AVC hemorrágico" width="252" height="208" /><p class="wp-caption-text">AVC hemorrágico</p></div>
<p>Poucas fontes de proteína na dieta foram estudadas prospectivamente em relação ao acidente vascular cerebral. Um estudo publicado na <em>Stroke</em> (uma das revistas médicas científicas mais respeitadas em todo o mundo) examinou a relação entre os alimentos que são grandes fontes de proteína e o risco de acidente vascular cerebral. Foram acompanhados prospectivamente 84.010 mulheres com idades entre 30 e 55 anos no início do estudo e 43.150 homens com idades entre 40 a 75 anos no início do estudo, sem câncer diagnosticado, diabetes ou doença cardiovascular. A dieta foi avaliada repetidamente por um questionário padronizado e validado. Durante 26 e 22 anos de seguimento em mulheres e homens, respectivamente, foram documentados 2.633 e 1.397 acidentes vasculares cerebrais, respectivamente. Na análise multivariada, maior consumo de carne vermelha foi associado a um risco elevado de acidente vascular cerebral, enquanto que uma maior ingestão de aves foi associada a um risco menor. Não foram encontradas associações significativas entre o consumo de legumes ou ovos e o risco de AVC.Estes dados sugerem que o risco de AVC pode ser reduzido através da substituição de carne vermelha por outras fontes de proteína.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://stroke.ahajournals.org/content/43/3/637.abstract" target="_blank">Stroke</a></strong>, Volume 43, 2012, Pages 637-644</p>
<p>Vejam o <em>Abstracts</em> original do artigo</p>
<ul>
<li>Original Contributions; Clinical Sciences</li>
</ul>
<div>
<div id="attachment_612" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><img class=" wp-image-612 " title="stroke2" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/stroke2.jpg" alt="AVC isquêmico" width="252" height="208" /><p class="wp-caption-text">AVC isquêmico</p></div>
</div>
<div>
<div>
<h2 id="article-title-1">Dietary Protein Sources and the Risk of Stroke in Men and Women</h2>
<div>
<ol id="contrib-group-1">
<li id="contrib-1"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Adam+M.+Bernstein&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Adam M. Bernstein</a>, MD, ScD;</li>
<li id="contrib-2"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=An+Pan&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">An Pan</a>, PhD;</li>
<li id="contrib-3"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Kathryn+M.+Rexrode&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Kathryn M. Rexrode</a>, MD;</li>
<li id="contrib-4"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Meir+Stampfer&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Meir Stampfer</a>, MD, DrPH;</li>
<li id="contrib-5"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Frank+B.+Hu&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Frank B. Hu</a>, MD, PhD;</li>
<li id="contrib-6"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Dariush+Mozaffarian&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Dariush Mozaffarian</a>, MD, DrPH;</li>
<li id="contrib-7"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Walter+C.+Willett&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Walter C. Willett</a>, MD, DrPH</li>
</ol>
<p><a href="http://stroke.ahajournals.org/content/43/3/637.abstract#">+</a>Author Affiliations</p>
<ol>
<li><a id="aff-1" name="aff-1"></a><br />
<address>From the Wellness Institute of the Cleveland Clinic (A.B.), Lyndhurst, OH; and the Departments of Nutrition (A.B., A.P., F.H., M.S., D.M., W.W.) and Epidemiology (F.H., M.S., D.M., W.W.), Harvard School of Public Health, the Channing Laboratory (M.S., D.M., W.W.), and the Divisions of Cardiovascular Medicine (D.M.) and Preventive Medicine (K.R., M.S.), Department of Medicine, Brigham and Women&#8217;s Hospital and Harvard Medical School, Boston, MA.</address>
</li>
</ol>
<ol>
<li id="corresp-1">Correspondence to Adam M. Bernstein, MD, ScD, Wellness Institute of the Cleveland Clinic, 1950 Richmond Road/TR2–203, Lyndhurst, OH 44124; E-mail<a href="mailto:bernsta2@ccf.org">bernsta2@ccf.org</a></li>
</ol>
</div>
<div id="abstract-1">
<h2>Abstract</h2>
<div id="sec-1">
<p id="p-3"><strong>Background and Purpose—</strong>Few dietary protein sources have been studied prospectively in relation to stroke. We examined the relation between foods that are major protein sources and risk of stroke.</p>
</div>
<div id="sec-2">
<p id="p-4"><strong>Methods—</strong>We prospectively followed 84 010 women aged 30 to 55 years at baseline and 43 150 men aged 40 to 75 years at baseline without diagnosed cancer, diabetes, or cardiovascular disease. Diet was assessed repeatedly by a standardized and validated questionnaire. We examined the association between protein sources and incidence of stroke using a proportional hazard model adjusted for stroke risk factors.</p>
</div>
<div id="sec-3">
<p id="p-5"><strong>Results—</strong>During 26 and 22 years of follow-up in women and men, respectively, we documented 2633 and 1397 strokes, respectively. In multivariable analyses, higher intake of red meat was associated with an elevated risk of stroke, whereas a higher intake of poultry was associated with a lower risk. In models estimating the effects of exchanging different protein sources, compared with 1 serving/day of red meat, 1 serving/day of poultry was associated with a 27% (95% CI, 12%–39%) lower risk of stroke, nuts with a 17% (95% CI. 4%–27%) lower risk, fish with a 17% (95% CI, 0%–30%) lower risk, low-fat dairy with an 11% (95% CI, 5%–17%) lower risk, and whole-fat dairy with a 10% (95% CI, 4%–16%) lower risk. We did not see significant associations with exchanging legumes or eggs for red meat.</p>
</div>
<div id="sec-4">
<p id="p-6"><strong>Conclusions—</strong>These data suggest that stroke risk may be reduced by replacing red meat with other dietary sources of protein.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Cardiologia preventiva de acordo com o Ayurveda</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2012/01/24/cardiologia-preventiva-de-acordo-com-o-ayurveda/</link>
		<comments>http://suddha.org/blog/2012/01/24/cardiologia-preventiva-de-acordo-com-o-ayurveda/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um resumo da conferência de abertura da World Conference on AYU realizada em Pune, de 04 a 08 de Janeiro de 2012, com a presença de mais de 1000 médicos e mais de 20 países representados. Vou publicar os slides brevemente pelo Youtube.  PREVENTIVE CARDIOLOGY &#8220;Either you open your heart or your cardiologist [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;"><span style="line-height: normal;">Este é um resumo da conferência de abertura da World Conference on AYU realizada em Pune, de 04 a 08 de Janeiro de 2012, com a presença de mais de 1000 médicos e mais de 20 países representados. Vou publicar os slides brevemente pelo Youtube. </span></span></p>
<p style="text-align: center;">PREVENTIVE CARDIOLOGY</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Either you open your heart or your cardiologist will do it for you&#8221;</p>
<p>In my professional life I have worked with acute and chronic heart diseases. In the last 38 years I’ve been studying the causes of these problems with all my dedication through the practice of the Vedic tradition which explains in an unique way the causes of human suffering and how to transcend it.</p>
<p style="text-align: center;">Emotions and the heart</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-606 aligncenter" title="emoção e coração" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/emoção-e-coração.jpg" alt="" width="150" height="170" /></p>
<p><em>The person desiring to be protected from the adverse effects upon his heart, coronary blood vessels, and the contents thereof should particularly avoid all that causes mental affliction.</em></p>
<p><em>Charaka Sutra, 30/13</em></p>
<p>The heart is one of the most sensitive Marmas of our body, and the one that most expresses the consequence of our emotions, lifestyle, diet and environment.</p>
<p>Heart disease is by far the main cause of death.</p>
<p>That is, the of interruption of the possibility  our souls continue their journey of learning and evolution in the world</p>
<p>4º slide</p>
<p>My personal experience:</p>
<p>I finished my degree in Medicine in 1981. At that time, our experience with treating Acute Myocardial Infarction at the Hospital was extremely distressing. Our statistics at the time:</p>
<p>5º slide<br />
• The AMI is the largest killer in the world.<br />
• 30% of people with AMI die before reaching hospital<br />
• 30% of the infarcted die in hospital or post-hospital period until one year after the episode of AMI or remain with disabling squeals.</p>
<p>6º slide</p>
<p>At the time, our treatment options were restricted to sedation, cardiac monitoring and continuous infusion of lidocaine. These treatments were administered in order to avoid the most severe complication of AMI, ventricular fibrillation, which is almost always fatal.</p>
<p>In 1985 I finished my postgraduate work in intensive care and spent the next 15 years treating critically ill patients arriving at hospital with acute complications of myocardial infarction and cerebrovascular diseases.</p>
<p>7º slide</p>
<p>Since that time, there has been progress in our understanding of the pathophysiology of the formation of coronary thrombi. We began administering thrombolytic drugs such as aspirin, heparin and in some cases streptokinase to patients who arrived at the hospital within the first 3 hours of an AMI.</p>
<p>8ª slide</p>
<p>Acute Myocardial studies have been conducted by a Large Multicenter worldwide having those mentioned drugs and hospital stay patients tested.</p>
<p>I had the opportunity to be part of those experiments, as well as RISC, GUSTO, and GISSI with our intense care service unit.</p>
<p>10º slide</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The 90&#8242;s spectacular technology advance changed the statics as they follow:</p>
<ul>
<li>Acute Myocardial Infarction continues to be the largest killer in the world with cerebrovascular disease following.</li>
<li>30% of people with AMI still die before reaching hospital.</li>
<li>Acute Myocardial Infarction disease increased.</li>
<li>. With these technological advances in-hospital mortality and post-hospital reduced to around 15%, half of the previous one</li>
<li>Although the number has improved, the side effects from the use of thrombolytic agent may cause death or complicated results because of severe bleeding.</li>
<li>
11º slide</li>
</ul>
<p>In the first decade of the third millennium a new method called Primary Percutaneous Angioplasty was created. The patient who has gotten to the hospital before completing three hours from suffering a heart attack goes to a quick invasive procedure that places one or more stents in their coronary arteries.</p>
<p>12º slide</p>
<p>13º slide</p>
<p>Obviously, the high cost of the procedure was another cause for the aggravation post hospital heart attack!<br />
14º slide</p>
<p>This was again reduced by half (7.5%) the death of patients who were in hospital and post-hospital mortality. However, the incidence of pre-hospital death remains with the same index, 30%. According to World Health Organization in 2002 16.7 million people died worldwide, of which 7.2 million were caused by AMI that equals13 deaths per minute!!<br />
Esteem, though, the WHO in 2020, we will get 35 to 40 million deaths from AMI in the world.<br />
15º slide</p>
<p>Analyzing the whole data, we can see that technological advance has brought a great reduction in mortality in hospital stay, and also post-hospital one of the main causes of death worldwide. However, it is clear that our preventive methods to avoid AMI onset have failed completely, and AMI has been transformed into a terrifying global epidemic with increasing incidence in developing countries.</p>
<p>16º slide<br />
Even within the vision of modern medicine, four diseases that are collectively called metabolic syndrome, strongly contribute to the onset of AMI:<br />
• Diabetes mellitus<br />
• Hypertension<br />
• Dyslipidemia<br />
• Obesity</p>
<p>17º slide<br />
WHO acknowledges an epidemic of these four diseases focusing around the world, but with more marked increase in developing countries, mainly because a huge population has left the band misery and adopted a &#8220;modern&#8221; lifestyle, eating artificial foods and refined, increasing meat consumption, increasing greed for wealth, stress, abandonment of the values of a life based on religious practice, etc..<br />
On the basis of many epidemiological surveys have been identified ten risks factors for IHD, divided in two groups:</p>
<p>18º slide<br />
A. Major factors:<br />
1. Elevated serum lipid levels<br />
2. Habitual diet high in calories, total fats, saturated fats, cholesterol, refined carbohydrates and salts.<br />
3. Hypertension<br />
4. Cigarette smoking<br />
5. Carbohydrate intolerance<br />
6. Obesity</p>
<p>19º slide</p>
<p>B. Other factors:<br />
1. Oral contraceptives<br />
2. Sedentariness<br />
3. Personality type<br />
4. Psycho-social tension<br />
And all the trials conducted to date show that only three factors are decisive for the reduction of our killers:</p>
<p>20º slide<br />
• Eating right<br />
• Exercise<br />
• positive mental state<br />
And, in this context the Vedic tradition through Yoga and Ayurveda can help our modern world to reverse this self-destructive tendency of our society.<br />
So let&#8217;s see a quick overview of the teachings of the classical texts of Ayurveda to this problem.</p>
<p><strong>CLASSIC CONCEPT OF HRDAYA</strong></p>
<p>It derives from three verbal roots: Hr, Da and Ya, having the sense of receiving, giving and moving respectively according to <em>Haláyuddha Kosha. </em></p>
<p>The term Hrdaya has been used in different connotations. The meaning has to be related to the context, but all the concepts refer to the intimate relationship between the heart and mind:</p>
<p>21º slide</p>
<ol>
<li>According to <em>Amarakosa </em>the term Hridaya is a synonym of mind (<em>Chittam</em>).</li>
<li>Charak has also accepted the heart to be the seat of consciousness that is primarily a function of the brain. <em>Sutra sthana 30/7.</em></li>
<li>In Nadi Vignana has been described to be a muscular organ beating frequently. It has been observed to be the seat of consciousness.</li>
<li> Hemadri, the commentator of Ashtanga Hrdaya described Hridaya to be the seat of mind</li>
</ol>
<p>22º slide</p>
<ol>
<li>Maharishi Sushruta states that organ is a Sira Marma and it is one in number and the base of Pranavaha Dhamanyah.</li>
</ol>
<ol start="6">
<li>Hrdaya is classified as <em>Sadya Pranahara </em>causiing immediate death when injured</li>
<li>Heart has been compared with the red lotus having it’s apex downwards. <em>Sushruta – sharira 4/31 Ashtanga Hirdaaya Sutra 4</em></li>
<li>Heart as a vital organ:</li>
<ol start="1">
<li>Mararishi Charak included Heart among Pranayatana – seat of Prana and is considered among 3 main Marma. Sutra 20/3</li>
<li>The site of Ojas in the heart. Sutra 17/35</li>
</ol>
</ol>
<p>23º slide</p>
<p>9. Tridosha related with heart:</p>
<ol start="8">
<ol start="3">
<li>Sadhaka Pitta: “That it enables us to achieve one’s Manorahta viz. Dharma, Artha, Kama and Moksha. This is done by dispelling the Kapha and Tamas of Hridaya and thus enables Hridaya to perceive thing clearly. <em>Dalhana on Susruta Sutra 21/10. </em></li>
</ol>
</ol>
<p>It is probably related to cerebral oxygenation and the presence of cytochrome c, a type of haemoprotein which takes part in the tissue respiraton.</p>
<ol start="8">
<ol start="4">
<li>Avalambaka Kapha: associated with Rasa dathu and related to lubrication of pericardium and pleura and probably related with affection – Kapha Sthana.</li>
<li>Vyana Vayu</li>
</ol>
</ol>
<p>Related to the dynamics of complex cardiac and circulatory physiology, heart rate, hydrodynamics, conduction system of the heart (sino-atrial node, atrio-ventricular bundle of Hiss) and peripheral circulation.</p>
<p>“If Vyana Vayu gets vitiated (Kruddha) then disease of intire body begins. <em>Sushruta Nidana 1/17</em>.</p>
<p>For this reason Vata imbalances are so important in the  heart’s pathogenesis.<br />
The classical texts of Ayurveda clearly classify the causes of heart disease:</p>
<p>24ª slide</p>
<ol start="1">
<li>Violation of diet’s principle:</li>
</ol>
<p>If we review the pathogenesis, we may find two factors that are vitiation of Vata and Rasa considered to be predominantly involved on heart diseases. Some factors among these vitiate Vata and some vitiate the Rasa in the diet.</p>
<ol start="2">
<li>Violation of exercise’s principle:</li>
</ol>
<p>Excessive exercise is described to develop cardiorespiratory diseases in <em>Ashtanga Hrdaya Sutra 2/11-14</em> and the importance of exercises as a way to prevent in <em>Charak Sutra 17/30</em></p>
<ol start="3">
<li>Violation of treatment’s principle:</li>
</ol>
<p>It is described how excessive or powerful virechana and basti may also cause heart disease. <em>Charaka chikitsa 26/77</em></p>
<ol start="4">
<li>Psychic factors:</li>
</ol>
<p>Anger, anxiety, fear, worry, terrorization <em>Charaka Sutra 17/32 26/77</em></p>
<ol start="5">
<li>As complication due to other diseases:</li>
</ol>
<p>In Madhava Nidana is described to complicate Jvara, Atisara, Vataja Grahani,Swasa, Gulma, Amavata, Raktapitta, etc.</p>
<p>It is obvious from this review that whatever has been described in etiology of cardiac disease by Ancient Ayurvedic Sages has absolute relevance in our modern medicine.</p>
<p>Observing all the factors mentioned above, we will see throughout the day, several approaches for the Ayurvedic treatment and prevention of these serious diseases.</p>
<p>25º Slide</p>
<p>We have applied a preventive program, as well as a medical and educational treatment program in our Kalayasa Clinics and Suddha Sabba Ashram, those for people suffering from diabetes mellitus, hypertension, hypercholesterolemia, obesity, and a specific program for cardiac patients.</p>
<p>Probably the themes concerning dietary and medicinal herbs will be expose by other speakers, I would like to highlight deeply that we have adopted a program which involves Yoga and Ayurveda  for the psychophysical factors with emphasis on:</p>
<p>26º slide<br />
1. Sequence of movements to release Prana in the joints, known as Pavanamuktasana. It is very suitable for everyone, with an average duration of 30 minutes daily.<br />
2. Suryanamaskar according to individual constitution and in terms of speed to complete the sequence of asanas. On average the person takes to perform the 12 positions 1 minute, according to their capacity, and cardiorespiratory capacity 5-12 sequences.<br />
3. Our emphasis are given to Pranayama which is considered by most researchers as the most fast and effective way to alter the activities of the autonomic nervous system. We adopted, in general, the sequence of eight traditional pranayama recommended by Patanjali Yog Peetha where investigations were including: Bhastrika, Kapalabhati Bahya with traya Bandha, Ujjayi, Anuloma Viloma, Brhamari, Udghita and Pranava Pranayamas, obviously adapted to the ayurvedic constitution’s knwoledge, age, Bala, Agni, etc..<br />
4. Meditation with three levels of methods:<br />
a. Stabilizer: keep your mind focused on one point &#8211; ekagrata &#8211; as vipasana associated with Bija Mantras, according to ayurvedic concepts.<br />
b. Reflexive: Self research in the process of vichara with the aim to achieve non attachment related to thoughts and emotions, and also the pursuit of real Self.<br />
c. Contemplative: The ultimate method is to connect with the Divine in its various expressions as Saguna Brahm, Nirguna Brahm  and Suddha Brahma or the Absolute, according to the nature of each person.<br />
According to my spiritual tradition or Guruparampara that I follow almost for the last 40 years, the constant meditation on Antaryami Atma which is the One that permeates everything, but covered in Akasha&#8217;s Heart, shining like a million suns that emanates from Grace and Mercy is the Parama Dharma and Sanatana Dharma delivering us from the root of existential human suffering, which is Avidya, ignorance of our true nature.</p>
<p>Undoubtedly, there is no better prevention for heart problems than to open our hearts to the Divine in us and all other beings.</p>
<p>27º slide</p>
<p>Yuktáhára vihárasya yuktacestasya karmasu</p>
<p>Yuktasvapna vabodhasya yogo bhavati duhkhahá.</p>
<p>“If a person eats properly and conducts his life properly, has a set routine for his worldly activities, has a fixed time to go to bed and to get up, only such a person can practice yoga, and by the practicing of yoga he destroys his miseries.”</p>
<p>28º slide<br />
Namaste</p>
<p align="right"><em>Dr. José Ruguê Ribeiro Júnior</em></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Conferência Mundial Ayu (Ayurveda, Unani e Naturopatia) na Índia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[1º dia &#8211; Curso Pre-Congresso Chegamos, com nosso grupo de estudantes &#8211; em torno de 25 alunos &#8211; Gil e eu, através da Turkish Airlines no aeroporto de Mumbai, amanhecendo 03 de Janeiro. Nos esperava um ônibus para nos levar para Pune, onde participaríamos do World Conference on Ayu. Chegamos à Pune e nossa hospedagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-594" title="world conference" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/world-conference2-300x136.jpg" alt="" width="300" height="136" /></p>
<h2 style="text-align: center;">1º dia &#8211; Curso Pre-Congresso</h2>
<p>Chegamos, com nosso grupo de estudantes &#8211; em torno de 25 alunos &#8211; Gil e eu, através da Turkish Airlines no aeroporto de Mumbai, amanhecendo 03 de Janeiro. Nos esperava um ônibus para nos levar para Pune, onde participaríamos do World Conference on Ayu. Chegamos à Pune e nossa hospedagem já estava preparada. Dia de merecido descanso depois desta longa viagem. No dia seguinte, atividade logo cedo. Fomos para o Tilak Ayurved Mahavidyalaya, uma universidade tradicional, muito reconhecida em toda a Índia.</p>
<p>Tivemos uma espetacular recepção e um Curso muito bem organizado, que durou o dia todo, no Departamento de Dravya Guna, dirigido pela Dra. Tanuja M. Nesari. Toda a equipe mobilizada. O Curso se chamou &#8220;Ayurvedic drug designing &#8211; from cultivation to aplication&#8221; e teve muitas demonstrações práticas. Presentes muitas pessoas da Índia e de muitos outros países.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-596" title="india 2012-2 239" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/india-2012-2-239-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Aqui a foto da mesa diretora. Muitos cientistas de renome internacional fizeram suas palestras que enriqueceram os conhecimrntos dos alunos.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-597" title="india 2012-2 237" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/india-2012-2-237-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-601" title="india 2012-2 241" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/01/india-2012-2-2411-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></p>
<p style="text-align: center;">Professor Bhushan Patwardhan<br />
Vice Chancellor<br />
Symbiosis International University<br />
Lavale, Pune<br />
INDIA</p>
<p style="text-align: center;">Um dos maiores cientistas na Índia na pesquisa de modelos científicos para o Ayurveda</p>
<p style="text-align: center;">Tive a oportunidade de estabelecer vínculos de estudos entre ele, sua equipe e o Suddha Sabha Yoga Ashram para pesquisas das plantas medicinais</p>
<p style="text-align: center;">Vou publicar alguns de seus trabalhos aqui no blog</p>
<p style="text-align: left;">Nosso agradecimento ao Tilak Ayurved Mahavidyalaya, Pune, por toda a organização e carinhosa recepção</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dra. Sunanda Ranade recebe o &#8220;Life Time Achievement&#8221; em Dubai</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2011/11/28/dra-sunanda-ranade-recebe-o-life-time-achievement-em-dubai/</link>
		<comments>http://suddha.org/blog/2011/11/28/dra-sunanda-ranade-recebe-o-life-time-achievement-em-dubai/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 11:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Life Time Achievement Award for Dr. Sunanda Ranade Dr. Sunanda Ranade, Director of IAA was given this honor at the 5 th International Tathagat Ayurveda Conference in Dubai on Sept. 22 / 2011. More than 60 Ayurvedic Practitioners from India attended the seminar along with various personalities of DXN pharmaceutical company of Malaysia. Dr. Sunanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Life Time Achievement Award for Dr. Sunanda Ranade</strong></p>
<p>Dr. Sunanda Ranade, Director of IAA was given this honor at the 5 th International Tathagat Ayurveda Conference in Dubai on Sept. 22 / 2011.</p>
<p>More than 60 Ayurvedic Practitioners from India attended the seminar along with various personalities of DXN pharmaceutical company of Malaysia.<img class="aligncenter size-large wp-image-585" title="Life time achievement award" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/11/Life-time-achievement-award-800x542.jpg" alt="" width="800" height="542" /></p>
<p>Dr. Sunanda Ranade was given the citation and plaque on this occasion for her work as an outstanding academician, physician and teacher in the filed of Ayurveda for last 45 years as well as for her work in propagation of Ayurveda in 69 Countries around the World.</p>
<p>Since 1981, she has visited various Universities and Institutions all around the world for giving lectures on Nutrition and Ayurveda, Ayurveda and gynecology etc. She has also treated hundreds of patients in various countries. She has written hundreds of articles in various News Papers not only in India but Abroad. Her books on Ayurveda have been translated in English, Spanish and Italian languages.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Equívocos sobre Advaita &#8211; o fascínio do caminho direto &#8211; parte II</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2011/11/17/equivocos-sobre-advaita-o-fascinio-do-caminho-direto-parte-ii/</link>
		<comments>http://suddha.org/blog/2011/11/17/equivocos-sobre-advaita-o-fascinio-do-caminho-direto-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 20:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://suddha.org/blog/?p=579</guid>
		<description><![CDATA[Publicamos, agora, a parte final do artigo escrito por Vamadeva Shastri (David Frawley) sobre o profundo significado de Advaita e suas relações com vedanta e com Yoga. Muito útil para entendermos os reais objetivos do Sádhana Advaita é contrário à práticas de outras formas de Yoga ? Um equívoco relacionado é que Advaita é contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Publicamos, agora, a parte final do artigo escrito por Vamadeva Shastri (David Frawley) sobre o profundo significado de Advaita e suas relações com vedanta e com Yoga. Muito útil para entendermos os reais objetivos do Sádhana</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-580" title="adi-shankaracharya1" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/11/adi-shankaracharya1-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" />Advaita é contrário à práticas de outras formas de Yoga ?</p>
<p style="text-align: justify;">Um equívoco relacionado é que Advaita é contra outras práticas espirituais e de yoga como mantra, pranayama, puja e bhakti que, a partir de seu ponto de vista, são considerados de pouco valor e só servem para condicionar a mente ainda mais. Mesmo um certo número de textos tradicionais do Advaita mencionam estas práticas de yoga como inúteis. Muitos neo-advaitas enfatizam tais ensinamentos avançados. Podem dizer até mesmo para os alunos começarem a desistir de todas as outras práticas e passam a desencorajá-los de fazer mantras, pranayamas ou outras técnicas de yoga. <em>Poderíamos chamar isso de Advaita sem Yoga</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Advaita tradicional, ensinado por Ramana, afirma que os aspirantes avançados, que estão verdadeiramente prontos para um caminho dedicado de auto-investigação, podem descartar outras práticas de yoga, se eles se sentem assim inclinados. Mas ele também afirma que para a obtenção de uma mente madura, o desenvolvimento de proficiência nessas práticas preliminares é uma boa idéia. A maioria das pessoas pode se beneficiar com, pelo menos, algumas práticas de apoio, particularmente os iniciantes, mesmo que seu foco principal seja a auto-investigação. Observe o Ramana Gita VII. 14/12 a este respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Se estudarmos o Advaita tradicional, descobriremos que as práticas de Yoga foram consideradas como as principais ferramentas para o desenvolvimento da mente madura necessária para que Advaita realmente funcione. Muitos grandes advaitas ensinaram Yoga também. Mesmo Shankara ensinou Tantra Yoga em seus ensinamentos como Saundarya Lahiri e compôs grandes hinos devocionais para todos os principais deuses e deusas hindus. Esta tradição de Yoga-Vedanta usando Yoga para criar uma mente madura ou sattvica, e usando Advaita para a realização superior tem sido a abordagem dominante no Vedanta encontrado não apenas nas obras de gurus mais antigos, como Shankaracharya e Vidyaranaya, mas em gurus modernos como Vivekananda, Sivananda e Yogananda.</p>
<p style="text-align: justify;">Ramana, embora tenha enfatizado a auto-investigação, nunca rejeitou o valor de outras práticas de yoga. Ele comumente exaltava práticas como cantar o nome de Deus, cantando e fazendo pranayama com OM. Ele praticava atividades vêdicas regulares como cantar mantras e fazer pujas realizados no Ashram. Estas práticas continuam ainda hoje no Ramana Ashram.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta visão tradicional do Advaita, de práticas em diferentes níveis, não deve ser confundida com uma abordagem que rejeita todas as práticas como inúteis. Neste sentido, podemos ver um contraste entre o tradicional Advaita Vedanta, que Ramana seguiu e os ensinamentos de J. Krishnamurti, que muitas vezes é a fonte da rejeição neo-Advaita às práticas de apoio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os aspirantes do Advaita podem não se sentir atraídos para todas as práticas de Yoga. Não precisam ser, mas eles não devem, portanto, considerá-los como de nenhum valor ou desencorajar outros a fazê-las. Até que a mente esteja totalmente maduro ou sattvica, tais práticas têm o seu valor, embora devemos usá-las como um meio de Auto-investigação e não como substituto. Advaita sem Yoga, como Advaita sem Vedanta muitas vezes deixa o estudante sem as ferramentas adequadas para ajudá-lo em seu caminho, por vezes longo e difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Guru Advaita</p>
<p style="text-align: justify;">Claramente, a maior possibilidade de  distorções surgem relativas ao Guru Advaita. Como Advaita se baseia menos em  marcas exteriores que outras tradições, quase ninguém reclama o título de Guru Advaita tradicional, especialmente aqueles que removeram Advaita de qualquer tradição do Vedanta ou Yoga. Em grande parte do neo-Advaita, há uma corrida para se tornar guru e dar satsangs, mesmo sem muito estudo real ou prática. Embora, certamente, mesmo estudantes iniciais possam ensinar o básico do Advaita para o benefício dos outros, o definir, rapidamente, a si mesmo como um guru Auto-realizado levanta uma série de perguntas. Uma pessoa pode ter uma experiência do Ser, embora a plena realização possa ainda estar longe. Plena Auto-realização não é fácil nem comum, em qualquer circunstância.</p>
<p style="text-align: justify;">Advaita faz ressaltar a vantagem da instrução de um guru Auto-realizado vivo. Muitas pessoas, portanto, acham que devem ter um guru Auto-realizado presente ou não podem praticar a Auto-investigação. Este não é o caso. Se alguém tem acesso a ensinamentos genuínos, como os de Ramana, e os segue com humildade e auto-disciplina, pode progredir muito no caminho, que vai levá-lo aos professores e aos ensinamentos, conforme necessário. Por outro lado, na pressa de obter guru auto-realizado vivo, os alunos podem ser enganados por aqueles que afirmam a Auto-realização, mas, realmente, não a têm. Tais falsos gurus não podem levar os alunos muito longe e podem levá-los em uma direção totalmente errada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um equívoco relacionado é que a realização Advaita só pode ser adquirida como uma transmissão direta de um professor vivo, como se a Auto-realização dependesse de uma proximidade física a quem a tem. A prática pode ficar reduzida a permanecer ao redor do guru esperando por seu olhar! A presença de um real sadhak , de fato, ajuda a sua prática, mas a proximidade física de gurus não é substituto para a própria prática interior.E a proximidade física daqueles que não têm verdadeira realização não pode trazer, certamente, muito benefício .</p>
<p style="text-align: justify;">Se a Auto-realização fosse tão fácil quanto estar em proximidade física com o professor, a maioria dos milhares que visitaram Ramana já teria se Auto-realizado. Se o ensino tivesse de vir de um guru vivo exclusivamente, então os ensinamentos não seriam preservados após o guru morrer, porque já não seriam relevantes. Assim, a realização com suporte em um guru e na profundidade da sua doutrina é mais importante do que saber se ele está em um corpo físico ou não. O grande guru deixa ensinamentos por muitas gerações e a sua influência não é limitada pela vida de seu corpo físico. O guru menor, por outro lado, não tem muita influência real de transformação, mesmo se você passar a vida inteira em torno dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, verdadeiros gurus Advaita nem sempre são fáceis de encontrar, nem sempre se fazem proeminentes no mundo externo. Como Ramana, muitos grandes gurus são quietos, em silêncio e retiradas. A melhor forma de encontrá-los é por afinidade kármica da nossa própria prática, não através de pesquisa externa ou correndo atrás de personalidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-581" title="shambhavi-vamadeva-narayana" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/11/shambhavi-vamadeva-narayana-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Qual Ser está sendo investigado quando dizemos Auto-investigação?</p>
<p style="text-align: justify;">Auto-investigação é um exame em nossa verdadeira natureza, que é pura consciência, além do corpo e da mente. Este é um processo muito diferente da análise psicológica, que é inquirir sobre nossa vida pessoal, histórica e na individualidade baseada no ego. Nosso verdadeiro Eu é nosso ser universal, uma consciência presente não só em humanos, mas em animais, plantas, na Terra na qual vivemos, na atmosfera, nas estrelas e nos planos de existência além do físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro equívoco no moderno Advaita é que está se transformando em  auto-investigação como um exame do eu pessoal, nossos medos e desejos, e tentando nos fazer sentir melhor sobre isso. O Neo-Advaita, em particular, se confunde com a psicologia ocidental e pode ficar preso ao exame da mente ao invés de ir além da mente.Advaita não é sobre a felicidade psicológica, mas sobre a negação de nossa psicologia. Naturalmente, alguma clareza sobre nossa psicologia pode ser de ajuda inicial, mas não é o objetivo da prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrar o próprio caminho</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho espiritual é diferente para cada indivíduo. Um verdadeiro professor ensina cada aluno de maneira diferente, de acordo com sua natureza única.Um verdadeiro professor não irá, necessariamente, ensinar Advaita a todos, em todos os momentos, ou da mesma maneira. Se olharmos para grandes gurus, os seus discípulos não são simplesmente imitações deles, mas mantêm a sua própria individualidade. Observe os  principais discípulos de Ramana:  Muruganar e Ganapati Muni a este respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ocidente tem uma tendência a padronizar, ao estereótipo, a produzir em massa e até mesmo a produzir franquias dos ensinamentos. O movimento neo-Advaita, como o movimento Yoga ocidental, é afetado por essa compulsão cultural, e muitas vezes, dá os mesmos ensinamentos en massa. O verdadeiro Advaita não é um ensino que possa ser dado de maneira uniforme para as pessoas de todos os temperamentos. Muitas vezes, é melhor segui-lo em silêncio, em solidão e retiro e nunca pode se tornar uma coisa do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, Advaita Vedanta obrigatoriamente continuará como uma influência importante, não só no sádhana individual, mas também no pensamento mundo. Mas tem muitos profundezas e sutilezas que exigem grande concentração e dedicação, a fim de compreender. Nosso objetivo inicial deve ser constância na prática, juntamente com equanimidade da mente, mesmo na ausência de qualquer grande resultado dramático. Não iluminação instantânea  na ausência de prática!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A seguir, o texto completo original em inglês</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-579"></span></p>
<p>The Allure of the Direct Path</p>
<p>Advaita, which refers to the state of non-duality of the Self and God, can easily lend itself to all sorts of misconceptions. Indeed one can argue that since the Advaitic state transcends all thought and all dualities, all conceptions about it are ultimately misconceptions!</p>
<p>Advaitic practice is itself about the removal of misconceptions, particularly wrong ideas about our true nature, negating its false identification with the body and the external world. But misconceptions about the path also exist and can be significant obstacles to overcome along the way. Of course many of these same misconceptions can be found relative to any spiritual path, because all spiritual paths aim to take us to a higher state of consciousness, which can appeal to fantasy and escapism as well as to genuine aspiration. Yet as Advaita is the highest and most direct path this potential for distortion is even greater, like an ordinary climber&#8217;s fantasy to quickly scale the heights of Mount Everest.</p>
<p>Advaita is formless in nature and in practice, so there is much room for overestimating, if not exaggerating one&#8217;s attainments, and little objective to keep one grounded. Going all the way back to the Upanishads there are criticisms of practitioners who can brilliantly talk the Advaitic line but lack the realization to really back it up. Advaita, though referring to the Brahmic state beyond Maya, therefore, has its own glamour or Maya. The allure of a quick and direct path to becoming God and guru has a special appeal not only to the awakened soul but also to the unawakened ego that wants the glory of spiritual realization without undergoing any real toil or tapas in order to get there.</p>
<p>These usual misconceptions are getting further magnified as Advaita becomes popular in the West, which as a media dominated culture easily falls into stereotype, image production and fantasy-fulfillment. Just as Yoga has undergone many distortions in the West, which has reduced it largely to a physical asana practice, so too Advaita is often getting reduced to an instant enlightenment fad, to another system of personal empowerment or to another type of pop psychology.</p>
<p>An entire `neo-Advaitic&#8217; movement has arisen reflecting not only traditional teachings but the demands of western culture. While this movement is arguably a good trend for the future and contains much that is positive in it, it is also a fertile ground for many distortions, which are likely to become more pronounced as the popular base of the movement expands.</p>
<p>The Advaitic path is rooted in a powerful and simple logic, which is not difficult to learn. &#8220;You are That&#8221;, &#8220;The Self is Everything&#8221;, &#8220;All is One&#8221;, and so on. We can easily confuse adapting this logic, which is not difficult, with the actual realization of the state of awareness behind it, which is something else altogether. We can answer all questions with &#8220;Who is asking the question?&#8221;, when it may be no more than a verbal exercise.</p>
<p>Faced with both old and new misconceptions, the Advaitic student today is in a difficult position to separate a genuine approach and real guidance from the bulk of superficial or misleading teachings, however well-worded, popular or pleasant in appearance these may appear to be.</p>
<p>Advaita and Vedanta</p>
<p>Advaita is primarily a term of Advaita Vedanta, the non-dualistic tradition of Vedanta. Though rooted in the Vedas, Upanishads and Gita, its most characteristic form occurs in the teachings of Shankaracharya (c. 500 AD), who put these Vedic teachings in a clear rational language that remains easily understandable to the present day. The basic language and logic of Shankara can be found behind most Advaitic teachings, even those who may not have studied Shankara directly. There are many specifically Advaitic texts from Shankara&#8217;s Upanishadic commentaries to more general works like Yoga Vasishta, Avadhuta Gita, Ashtavakra Samhita and Tripura Rahasya as part of an enormous literature, not only in Sanskrit but in all the dialects in India.</p>
<p>Similarly, there have been many great gurus in the tradition of Advaita Vedanta throughout the centuries. Most of the great gurus of modern India have been Advaitins including Vivekananda, Rama Tirtha, Shivananda, Chandrashekhar Saraswati of Kanchi, Ramana Maharshi and Anandamayi Ma. Most of the great gurus from India who brought Yoga to the West like Vivekananda, Yogananda, Satchitananda and Swami Rama, also taught Advaita Vedanta, if we really look at their teachings.</p>
<p>However, a recent trend has been to remove Advaita from Vedanta, as if it were a different or independent path, and not bring in the greater tradition of Vedanta. Though neo-Advaita usually bases itself on modern Advaita Vedantins like Ramana Maharshi or Nisargadatta, it usually leaves the Vedanta out of the term and neglects the teachings of other great modern Vedantins from Vivekananda to Dayananda, though their works are easily available in English and quite relevant to any Advaitic practice.</p>
<p>This `Advaita without Vedanta&#8217; is particularly strange because many important ideas found in the neo-Advaita movement, like that a universal path of Self-knowledge, reflect the neo-Vedanta movement that was popular in the early twentieth century following the teachings of Ramakrishna and Vivekananda and have been echoed throughout the modern Vedanta movement.</p>
<p>Neo-Advaita and Ramana Maharshi</p>
<p>The teachings of Ramana Maharshi are often the starting point for neo-Advaitic teachers, though other influences also exist in the movement. However, instead of looking into the background and full scope of Ramana&#8217;s teachings, there is often only a focus only on those of his teachings that seem to promise quick realization for all.</p>
<p>Some neo-Advaitins even refer to Ramana&#8217;s teachings as if Ramana was a rebel or outside of any tradition, almost as if he invented Advaita himself. While Ramana based his teaching on his own direct realization, he frequently quoted from and recommended the reading of Advaitic texts, which he found represented the same teachings as those that arose from his own experience. This included not only the works of Shankara, the main traditional Advaitic teacher, but many other texts like Yoga Vasishta, Tripura Rahasya and Advaita Bodha Dipika.</p>
<p>Ramana did broaden out the traditional Advaitic path from its medieval monastic Hindu forms. Yet even in this regard he was continuing a reformation since Vivekananda who created a practical Vedanta or practical Advaita and taught it to all sincere seekers, not just to monastics.</p>
<p>Many students come to neo-Advaitic teachers because of Ramana&#8217;s influence, looking for another Ramana or for instruction into Ramana&#8217;s teaching, but apart from Ramana&#8217;s image used by the teacher, what they get may be something different. That someone may use the image of Ramana or quote from him, therefore, is no guarantee that their teaching is really the same.</p>
<p>Are There Prerequisites for Advaita?</p>
<p>One of the main areas of difference of opinion is relative to who can practice Advaita and to what degree? What are the prerequisites for Self-inquiry? Some people believe that Advaita has no prerequisites, but can be taken up by anyone, under any circumstances, regardless of their background or life-style. After all, Advaita is just teaching us to rest in our true nature, which is always there for everyone. Why should that rest on any outer aids or requirements? This is a particularly appealing idea in the age of democracy, when all people are supposed to be equal.</p>
<p>In much of neo-Advaita, the idea of prerequisites on the part of the student or the teacher is not discussed. Speaking to general audiences in the West, some neo-Advaitic teachers give the impression that one can practice Advaita along with an affluent life-style and little modification of one&#8217;s personal behavior. This is part of the trend of modern yogic teachings in the West that avoid any reference to asceticism or tapas as part of practice, which are not popular ideas in this materialistic age.</p>
<p>However, if we read traditional Advaitic texts, we get quite a different impression. The question of the aptitude or adhikara of the student is an important topic dealt with at the beginning of the teaching. The requirements can be quite stringent and daunting, if not downright discouraging. One should first renounce the world, practice brahmacharya, and gain proficiency in other yogas like Karma Yoga, Bhakti Yoga and Raja Yoga and so on (the sadhana-chatushtya). One can examine texts like the Vedanta Sara I.6-26 for a detailed description. While probably no one ever had all of these requirements before starting the practice of Self-inquiry, these at least do encourage humility, not only on the part of the student, but also on the part of the teacher who himself may not have all these requirements!</p>
<p>Ramana keeps the requirement for Advaita simple yet clear a ripe mind, which is the essence of the whole thing, and encourages practice of the teaching without overestimating one&#8217;s readiness for it. Yet a ripe mind is not as easy as it sounds either.</p>
<p>Ramana defines this ripe mind as profound detachment and deep discrimination, above all a powerful aspiration for liberation from the body and the cycle of rebirth not a mere mental interest but an unshakeable conviction going to the very root of our thoughts and feelings (note Ramana Gita VII. 8-11).</p>
<p>A ripe, pure or sattvic mind implies that rajas and tamas, the qualities of passion and ignorance, have been cleared not only from the mind but also from the body, to which the mind is connected in Vedic thought. Such a pure or ripe mind was rare even in classical India. In the modern world, in which our life-style and culture is dominated by rajas and tamas, it is indeed quite rare and certainly not to be expected.</p>
<p>To arrive at it, a dharmic life-style is necessary. This is similar to the Yoga Sutra prescription of the yamas and niyamas as prerequisites for Yoga practice. In this regard, Ramana particularly emphasized a sattvic vegetarian diet as a great aid to practice.</p>
<p>The problem is that many people take Ramana&#8217;s idea of a ripe mind superficially. It is not a prescription that anyone can approach or practice Advaita in any manner they like. Advaita does require considerable inner purity and self-discipline, developing which is an important aim of practice which should not be lightly set aside.</p>
<p>Is Advaita Against Other Yoga Practices?</p>
<p>A related misconception is that Advaita is against other spiritual and yogic practices like mantra, pranayama, puja and bhakti, which from its point of view are regarded as of little value and only serve to condition the mind further. Even a number of traditional Advaitic texts speak of setting all such other yogic practices aside as useless. Many neo-Advaitins emphasize such advanced teachings. They may tell even beginning students to give up all other practices and discourage them from doing mantras, pranayama or other yoga techniques. We could call this `Advaita without Yoga&#8217;.</p>
<p>Traditional Advaita, which Ramana echoed, states that advanced aspirants who are truly ready for a dedicated path of self-inquiry can discard other yogic practices if they are so inclined. But it also states that for gaining a ripe mind, developing proficiency in these preliminary practices is a good idea. Most people can benefit from at least some support practices, particularly beginners, even if their main focus is Self-inquiry. Note the Ramana Gita VII. 12-14 in this regard.</p>
<p>If we study traditional Advaita, we find that Yoga practices were regarded as the main tools for developing the ripe mind necessary for Advaita to really work. Many great Advaitins taught Yoga as well. Even Shankara taught Tantric Yoga in his teachings like Saundarya Lahiri and composed great devotional hymns to all the main Hindu Gods and Goddesses. This tradition of Yoga-Vedanta using Yoga to create a ripe or sattvic mind, and using Advaita for the higher realization through it has been the dominant approach in Vedanta found not only in the works of older gurus like Shankaracharya and Vidyaranaya, but in modern gurus like Vivekananda, Shivananda and Yogananda.</p>
<p>Ramana, though he emphasized Self-inquiry, never rejected the value of other yogic practices. He commonly extolled such practices as chanting the name of God, chanting Om and doing pranayama. He had regular Vedic chanting and pujas done at the ashram which continue today.</p>
<p>This traditional Advaitic view of different levels practice should not be confused with an approach that rejects all practices as useless. In this regard we can contrast traditional Advaita Vedanta, which Ramana followed, and the teachings of J. Krishnamurti, which is often the source of neo-Advaita&#8217;s rejection of support practices.</p>
<p>Advaitic aspirants may not be attracted to all such Yoga practices and need not be, but they should not therefore regard them as of no value or discourage others from doing them. Until the mind is fully ripe or sattvic, such practices have their value, though we should use them as a means to Self-inquiry, not in exclusion of it. Advaita without Yoga, like Advaita without Vedanta often leaves the student without the proper tools to aid them along their sometimes long and difficult path.</p>
<p>The Advaitic Guru</p>
<p>Of course, the greatest possible distortions are relative to the Advaitic Guru. Since Advaita relies less on outer marks than other traditions, almost anyone can claim to be an Advaitic Guru, particularly once we have removed Advaita from any tradition of Vedanta or Yoga. In much of neo-Advaita, there is a rush to become gurus and give satsangs, even without much real study or practice. While certainly even a beginning student can teach the basics of Advaita for the benefit of others, to quickly set oneself up as a Self-realized guru raises a lot of questions. One can have an experience of the Self, while the full realization may yet be far away. Full Self-realization is neither easy nor common, under any circumstances.</p>
<p>Advaita does emphasize the advantage of instruction from a living Self-realized guru. Many people therefore think that they must have a living Self-realized guru or they can&#8217;t practice Self-inquiry. This is not the case either. If one has access to genuine teachings, like those of Ramana, and follows them with humility and self-discipline, one can progress far on the path, which will lead them to further teachers and teachings as needed. On the other hand, in the rush to get a living Self-realized guru, students may get misled by those who claim Self-realization but may not really have it. Such false gurus cannot lead students very far and may take them in a wrong direction altogether.</p>
<p>A related misconception is that Advaitic realization can only be gained as a direct transmission from a living teacher, as if Self-realization depended upon a physical proximity to one who has it. Practice may get reduced to hanging out around the so-called guru and waiting for his glance! The presence of a real sadhak does indeed aid one&#8217;s practice, but physical proximity to gurus is no substitute for one&#8217;s own inner practice. And physical proximity to those who don&#8217;t have true realization may not bring much of benefit at all.</p>
<p>If Self-realization were as easy as coming into physical proximity with the teacher, most of the thousands who visited Ramana would have already become Self-realized. If the teaching had to come from a living guru only, then no teachings would be preserved after the guru died as these would no longer be relevant. So the realization behind the guru and the depth of his teaching is more important than whether he is in a physical body or not. A great guru leaves teachings for many generations and his influence is not limited by the lifetime of his physical body. A lesser guru, on the other hand, does not have much real transformative influence even if we spend a lifetime around him.</p>
<p>In addition, true Advaitic gurus are not always easy to find, nor do they always make themselves prominent in the external world. Like Ramana, many great gurus are quiet, silent and withdrawn. We can best find them by karmic affinity from our own practice, not by external searching or running after personalities.</p>
<p>Which Self is Being Examined?</p>
<p>Self-inquiry is an examination into our true nature, which is pure consciousness beyond body and mind. This is a very different process from psychological analysis, which is an inquiry into our personal, historical, ego-based individuality. Our true Self is our universal being, a consciousness present not only in humans but in animals, plants, the very Earth on which we live, the atmosphere, stars and planes of existence beyond the physical.</p>
<p>Another misconception in modern Advaita is turning Self-inquiry into an examination of the personal self, our fears and desires, and trying to make us feel better about it. Neo-Advaita in particular gets mixed up with western psychology and can get caught in examining the mind rather than going beyond the mind. Advaita is not about psychological happiness but about negating our psychology. Naturally some clarity about our psychology can be of initial help, but it is not the goal of practice.</p>
<p>Finding One&#8217;s Own Path</p>
<p>The spiritual path is different for every individual. A true teacher teaches each student differently according to their unique nature. A true teacher will not necessarily teach Advaita to everyone, at all times or in the same manner. If we look at great gurus, their disciples are not simply imitations of them, but retain their own individuality. Note Ramana&#8217;s main disciples Muruganar and Ganapati Muni in this regard.</p>
<p>The West has a tendency to standardize, stereotype, mass-produce and even franchise teachings. The neo-Advaita movement, like the western Yoga movement, is affected by this cultural compulsion, and often gives the same teachings en masse. True Advaita is not a teaching than can be given uniformly to people of all temperaments. It is often best pursued in solitude, silence and retreat and can never become a thing of the marketplace.</p>
<p>Certainly Advaita Vedanta is bound to continue as an important influence in not only individual sadhana but also in world thought. But it has many depths and subtleties that require great concentration and dedication in order to understand. Our initial goal should be steadiness in practice along with equanimity of mind, even in the absence of any great dramatic results, not quick enlightenment in the absence of practice!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Equívocos sobre Advaita &#8211; O fascínio do caminho direto</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 19:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido à importância, utilidade e profundidade do tema estou publicando aqui um artigo do Dr. David Frawley (Vamadeva Shastri) sobre o real significado do sistema Advaita e dos ensinamentos de Sri Ramana Maharishi &#8211; o grande Sábio do Arunachala. Dividi em duas partes para facilitar a reflexão sobre o tema. Hoje publicamos a PARTE I. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Devido à importância, utilidade e profundidade do tema estou publicando aqui um artigo do Dr. David Frawley (Vamadeva Shastri) sobre o real significado do sistema Advaita e dos ensinamentos de Sri Ramana Maharishi &#8211; o grande Sábio do Arunachala. Dividi em duas partes para facilitar a reflexão sobre o tema. Hoje publicamos a PARTE I. Dr. José Ruguê (Narayanananda)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br /></em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-572" title="vamadeva1" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/10/vamadeva1.jpg" alt="" width="183" height="275" />Equívocos sobre Advaita<br /> Por David Frawley<br /> Publicado pela primeira vez no caminho da montanha do Sri Ramanashram<br /> www.vedanet.com</p>
<p style="text-align: justify;">O fascínio do caminho direto</p>
<p style="text-align: justify;">Advaita, que se refere ao estado de não-dualidade entre Eu e Deus, pode facilmente se prestar a todo tipo de equívocos. Na verdade, pode-se argumentar que, como o estado de Advaita transcende todo pensamento e todas as dualidades, todas as concepções sobre ele são, em última análise, equívocos!</p>
<p style="text-align: justify;">A prática do Advaita é, por si só, relacionada com  a remoção de equívocos, principalmente idéias erradas sobre a nossa verdadeira natureza, negando a sua falsa identificação com o corpo e o mundo externo. Mas, equívocos sobre este caminho também existem e podem ser obstáculos significativos a serem superados ao longo do caminho. É claro que muitos desses mesmos equívocos podem ser encontrados em relação a qualquer caminho espiritual, porque todos os caminhos espirituais têm como objetivo nos levar a um estado superior de consciência. Isso pode tanto apelar para a fantasia e o escapismo, como para a aspiração genuína. No entanto, como Advaita é o caminho mais elevado e mais direta esse potencial para a distorção é ainda maior, como um alpinista comum fantasia que, rapidamente, vai escalar as alturas do Monte Everest.</p>
<p style="text-align: justify;">Advaita é “sem forma” na natureza e na prática, então há muito espaço para superestimar, devanear, exagerar realizações de alguém e pouco espaço para manter-se “aterrado”. Fazendo o caminho de volta para os Upanishads existem críticas aos praticantes que podem falar de forma brilhante sobre Advaita, mas falta a realização de realmente voltar-se para a prática. Advaita, embora reporte  ao estado Brahmico além Maya, tem o seu glamour próprio ou Maya. O fascínio de um caminho rápido e direto de se tornar Deus e guru tem um apelo especial não só para a alma desperta, mas também para o ignorante ego que quer a glória da realização espiritual sem sofrer qualquer labuta real ou <em>tapas</em>, a fim de chegar lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses equívocos habituais estão ficando ainda mais ampliados à medida que o Advaita se torna popular no Ocidente, que, como possui uma cultura dominada pela mídia, facilmente cai no estereótipo, na produção de imagem e na fantasia. Assim como o Yoga tem sofrido muitas distorções no Ocidente, que o reduziu, em grande parte, a uma prática de ásanas físicos, assim também Advaita tem sido, muitas vezes,  reduzido a um modismo de <em>iluminação instantânea</em>,  um outro sistema de poder pessoal ou outro tipo de psicologia pop.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo um movimento <em>neo-Advaita</em> surgiu refletindo não apenas os ensinamentos tradicionais, mas as demandas da cultura ocidental. Enquanto este movimento é, sem dúvida, uma boa tendência para o futuro e contém muito do que é positivo nele, também é um terreno fértil para muitas distorções, que são susceptíveis de se tornarem mais pronunciadas quando a base popular do movimento se expande.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho do Advaita está enraizada em uma lógica poderosa e simples, que não é difícil de aprender. <em>&#8220;Você é Aquilo&#8221;, &#8220;O Eu é Tudo&#8221;, &#8220;Tudo é Um</em>&#8220;, e assim por diante. Podemos, facilmente, confundir, adaptando esta lógica, que não é difícil, com a realização efetiva do estado de consciência por trás dela, que é algo completamente diferente. Nós podemos responder a todas as perguntas com a famosa frase &#8220;Quem está perguntando?&#8221; e isto não passar de um exercício verbal.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de equívocos tanto antigos como novos, o estudante de Advaita,  atualmente, está em uma posição difícil para separar uma verdadeira abordagem e real orientação de um grande volume de ensinamentos superficiais ou enganosas, porém bem redigidos, populares ou agradáveis na aparência.</p>
<p style="text-align: justify;">Advaita e Vedanta</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-574 alignright" title="Arunachala7" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/10/Arunachala7.jpg" alt="" width="189" height="223" />Advaita é essencialmente um termo único para Advaita Vedanta, a tradição não-dualista do Vedanta. Apesar de suas raízes nos Vedas, Upanishads e Gita, sua forma mais característica ocorre nos ensinamentos de Shankaracharya (500 dC), que colocou estes ensinamentos védicos em uma linguagem clara, racional e que continua a ser facilmente compreensível para os dias atuais. A linguagem básica e lógica de Shankara pode ser encontrada por trás da maioria dos ensinamentos do Advaia, mesmo aqueles que não foram estudados diretamente por Shankara. Há muitos textos especificamente do Advaita com comentários de Shankara como os Upanishads Advaitas, mas, também obras em geral, como Yoga Vasishta, Avadhuta Gita, Ashtavakra Samhita e Tripura Rahasya, como parte de uma vasta literatura, não só em sânscrito, mas em todos os dialetos da Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, tem havido muitos grandes gurus na tradição Advaita Vedanta ao longo dos séculos. A maioria dos grandes gurus da Índia moderna foram advaitas, incluindo Vivekananda, Rama Tirtha, Shivananda, Chandrashekhar Saraswati de Kanchi, Ramana Maharshi e Anandamayi Ma. A maioria dos grandes gurus da Índia, que trouxeram o Yoga para o Ocidente como Vivekananda, Yogananda, Satchitananda e Swami Rama também ensinou Advaita Vedanta, se realmente analisarmos seus ensinamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, uma tendência recente tem sido a de remover o Advaita do Vedanta, como se esse fosse um caminho diferente ou independente e não a maior tradição do Vedanta. Embora esses <em>neo-Advaitas</em> se baseiam, frequentemente,  em Mestres Advaita Vedantinos  como Ramana Maharshi ou Nisargadatta, frequentemente deixam o Vedanta “de fora” e negligenciam os ensinamentos de outro grande Vedantinos modernos como de Vivekananda a  Dayananda, embora as obras destes Mestres estejam facilmente disponíveis em inglês e bastante relevantes para qualquer prática Advaita.</p>
<p style="text-align: justify;">Este “Advaita sem Vedanta” é particularmente, estranho, porque muitas idéias importantes encontradas no movimento neo-Advaita, como um caminho universal de auto-conhecimento, refletem o movimento neo-Vedanta que foi popular no início do século XX, seguindo os ensinamentos de Ramakrishna e Vivekananda e que ecoaram por todo o movimento Vedanta moderno.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-573" title="2898-Picture-of-Ramana-maharishi" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/10/2898-Picture-of-Ramana-maharishi-234x300.jpg" alt="" width="234" height="300" />Neo-Advaita e Ramana Maharshi</p>
<p style="text-align: justify;">Os ensinamentos de Ramana Maharshi são, freqüentemente, o ponto de partida para os professores neo-Advaita, embora outras influências também existam no movimento. No entanto, em vez de olhar para os fundamentos e escopo completo dos ensinamentos de Ramana, muitas vezes há apenas um foco naqueles de seus ensinamentos que parecem prometer realização rápida para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns neo-advaitas se referem aos ensinamentos de Ramana como se Ramana fosse um rebelde ou fora de qualquer tradição, quase como se ele tivesse inventado o Advaita em si mesmo. Apesar de Ramana ter baseado seus ensinamentos em sua própria realização direta, ele, freqüentemente, citava e recomendava a leitura dos textos Advaita, onde ele encontrou representados os mesmos ensinamentos surgidos a partir de sua própria experiência. Isto incluía não só as obras de Shankara, o principal professor tradicional do Advaita, mas muitos outros textos como o <strong><em>Yoga Vasishta, Tripura Rahasya e Advaita Bodha Dipika.</em></strong><strong><em><br /> </em></strong><br /> Ramana fez ampliar o caminho tradicional do Advaita de sua forma monástica medieval hindu. No entanto, mesmo a este respeito, ele estava dando continuidade a uma reforma iniciada por Vivekananda que criou um Vedanta prático ou Advaita  prático e ensinou-o a todos os buscadores sinceros, não apenas aos monges.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos estudantes vão aos professores neo-Advaita por causa da influência de Ramana, à procura de outro Ramana ou para receberem instruções nos ensinamentos de Ramana.  Mas, àparte da imagem de Ramana ser usada pelo professor, o que o estudante pode obter é algo diferente. Que alguém possa  usar a imagem de Ramana ou citá-lo, tudo bem, mas isso não é nenhuma garantia de que seu ensinamento é realmente o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem pré-requisitos para o Advaita?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais áreas de diferença de opinião é relativa a quem pode praticar Advaita e em qual grau? Quais são os pré-requisitos para a investigação do Ser? Algumas pessoas acreditam que o Advaita não tem nenhum pré-requisito e pode ser seguido por qualquer pessoa, sob quaisquer circunstâncias, independentemente de sua preparação ou estilo de vida. Afinal, <em>Advaita é apenas ensinar-nos como descansar em nossa verdadeira natureza, que sempre está lá para todos</em>. <em>Por que  esse descanso em qualquer condição exterior ou requisitos?</em> Esta é uma idéia particularmente atraente na era da democracia, quando todas as pessoas deveriam ser iguais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em grande parte do neo-Advaita, a idéia de pré-requisitos por parte do aluno ou do professor não é discutida. Falando ao público em geral no Ocidente, alguns professores neo-Advaita dão a impressão de que se pode praticar Advaita mantendo um estilo de vida comum e pouca modificação de seu comportamento pessoal. Esta é parte da tendência dos modernos ensinamentos do yoga no Ocidente, que evitam qualquer referência ao ascetismo ou tapas, como parte da prática, que não são idéias populares nesta época materialista.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, se lermos os textos tradicionais do Advaita, temos uma impressão bem diferente. A questão da aptidão ou adhikara do aluno é um tema importante tratado no início do ensino. Os requisitos podem ser bastante rigorosos e difíceis, se não francamente desanimadores. Deve-se primeiro renunciar ao mundo, praticar brahmacharya e ganhar proficiência em outras práticas do yoga como  Karma Yoga, Bhakti Yoga, Raja Yoga e assim por diante (<em>o sadhana-chatushtya</em>). Pode-se examinar os textos como o Vedanta Sara I.6-26 para uma descrição detalhada. Embora, provavelmente, ninguém nunca tivesse todos estes requisitos antes de iniciar a prática de Auto-investigação, estes requisitos pelo menos, encorajavam à humildade, não só o aluno, mas também por parte do professor que, provavelmente, ele mesmo não tinha todos esses requisitos!</p>
<p style="text-align: justify;">Ramana mantém a exigência do Advaita: uma mente simples mas clara e madura, que é a essência de todo o processo e incentiva a prática dos ensinamentos, sem superestimar a própria aptidão para ele. No entanto, uma mente madura não é tão fácil como parece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ramana define esta mente madura como um profundo desapego e profundo discernimento, acima de tudo uma poderosa aspiração  pela libertação do corpo e do ciclo de renascimentos, não por um mero interesse mental, mas uma convicção inabalável indo para a própria raiz de nossos pensamentos e sentimentos (veja <em>Ramana Gita</em><em> </em><em>VII. 8-11</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma mente, madura, pura ou sáttvica implica que rajas e tamas, as qualidades da paixão e ignorância, foram apagadas, não só da mente mas também do corpo, com o qual a mente está conectada no pensamento védico. Uma mente tão pura ou madura era raro até mesmo na Índia no período clássico. No mundo moderno, no qual o nosso estilo de vida e cultura são dominados por rajas e tamas, é de fato muito raro e certamente não deve ser esperada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para chegar a ela, um estilo de vida dharmico é necessário. Isto é semelhante ao que prescreve o Yoga Sutra sobre os Yamas e Niyamas como pré-requisitos para a prática de Yoga. A este respeito, Ramana particularmente enfatiza uma dieta vegetariana sattvica como uma grande ajuda para a prática.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que muitas pessoas tomam as idéias de Ramana sobre uma mente madura superficialmente. Ele não ensina que qualquer um pode se aproximar da prática do Advaita de qualquer maneira, como a pessoa goste. Advaita exige pureza interna considerável e auto-disciplina, em todo o desenvolvimento da prática.Este é um objetivo importante da prática que não deve ser levianamente deixado de lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(continua na próxima postagem). Colaborou, na tradução ao português,  Lígia Aggio.</em></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br /></em></p>
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		<title>A adoração do Supremo na forma da Devi &#8211; a Mãe Divina</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 15:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[De 28 de Setembro a 05 de Outubro tivemos um especial período de adoração. Trata-se do Navarathri Puja, as nove noites de adoração à Devi, à Mãe Divina, à Shakti, em suas infinitas formas. O Supremo se manifesta como Shakti, seu aspecto dinâmico. Nossos Pujas e meditações culminaram com o Vijaya Dasami, o décimo dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft size-full wp-image-567" title="220px-Lalita_sm" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/10/220px-Lalita_sm.jpg" alt="" width="220" height="289" />De 28 de Setembro a 05 de Outubro tivemos um especial período de adoração. Trata-se do Navarathri Puja, as nove noites de adoração à Devi, à Mãe Divina, à Shakti, em suas infinitas formas. O Supremo se manifesta como Shakti, seu aspecto dinâmico. Nossos Pujas e meditações culminaram com o Vijaya Dasami, o décimo dia de glorificação. A propósito deste período, refletir sobre a necessidades de adorar a Deus como Shakti, é de fundamental importância. Por esta razão, reproduzo aqui meu prefácio de edição em português d</em><em>o livro Yogini, revelando a Deus Interior, escrito por uma devota da Devi, Shambhavi Chopra.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os anos, em um período astrologicamente determinado, entre os meses de setembro e novembro, os hindus e todos os fervorosos estudantes do Sanátana Dharma adoram a Maha Devi, a Grande Deusa, por nove dias consecutivos, colocando em cada período de três dias, um de Seus aspectos e concluem o Puja (culto divino) no décimo dia, chamado Vijayadasami ou dia de glória, adorando a Maha Shakti Devi ou Yoga Devi, o Supremo Poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas religiões semíticas como o islamismo, judaísmo e cristianismo, Deus é adorado como Pai. O culto à Mãe parece <em>novo</em> e estranho aos adeptos dessas religiões. Em realidade, o culto à Mãe Divina é mais antigo que o de Deus como Pai. Essencialmente, Deus não é masculino nem feminino. É a Realidade Absoluta. Mas sua adoração se faz, na relatividade da compreensão humana, dentro de padrões de percepção possíveis ao ser humano. Assim, as sociedades mais antigas, sendo matriarcais, tendo a mãe e esposa como chefe de família, se empenharam no culto a Mãe Divina, reconfortante para a mente, pois ninguém poderia superar a mãe em seu afeto para com o filho. Esta idéia era de grande ajuda para o devoto. No <em>Svetasvatara Upanishad </em>há um verso que diz: <em>Tu és mulher; Tu és homem; Tu és mancebo; Tu és também donzela; Tu és o ancião que vacila com sua bengala; Tu nasceste com Teu rosto voltado para todos os lados</em>. Este verso nos dá a percepção da múltipla manifestação divina. Esse culto à Devi, ao Poder Divino, foi chamado <strong>Shakta </strong>do qual participa o Tantra, sistema tão extraordinária, mas tão mal compreendido no ocidente, que tem dado guarida, pela ignorância, a toda sorte de distorções envolvendo o uso da sexualidade na busca da Plenitude. <strong> </strong>Outras formas de adoração divina surgiram unificando o culto a Deus como Pai-Mãe, tais como Shiva e Shakti, Náráyaná e Yoga Devi, Rama e Sita, Krishna e Radha, tão decantados em versos de profundo sentido devocional, repetido pelos aspirantes espirituais em suas cerimônias diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, consideremos a questão: <strong>qual o significado do culto à Mãe Divina e como pode nos auxiliar a cumprir as aspirações da vida humana neste mundo? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A chave para a compreensão do culto à Mãe Divina nos dá um verso entoado pelos Sadhakas em suas meditações diárias:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>OM Bhagavate Narayanasya Shaktim Yogadevim Suddha Teja swarupe upase. </em><em>Lokashankarim Shaktim Sanah prachodayat.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Medito em Sri Yoga Devi, <strong>o esplendor de Náráyaná, formada de pura luz. </strong>Possa Ela vivificar em mim seu poder de fazer o bem nos mundos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A definição da Mãe Divina, Yoga Devi, como <em>o esplendor de Náráyaná, formada de pura luz</em> nos remete à compreensão profunda do conceito da Shakti. Náráyaná, aqui, é o Pamareshwara, Aquela Consciência Suprema, Eterna, Imutável, Única, Imanente e, ao mesmo tempo, Transcendente, substrato do universo, mas não afetado por ele (Nirguna Brahm). Podemos dizer que Ele é a Consciência em seu estado potencial (Sat Chit). Dele <strong>emana </strong>a Shakti, Seu Poder dinâmico que se transforma na multiplicidade de seres e formas, do angélico mais luminoso ao denso mais obscuro. Ela, a Shakti, é idêntica a Ele, o Purusha, em  essência. Ela causa a origem, a sustentação e a <em>destruição </em>do universo. A Shakti é a mesma Realidade Suprema manifestada como Força ou “impulso vital”. O <em>Sammohana Tantra </em>diz: “<em>Sem Prakritti ou Shakti não poderia existir o samsara (processo do mundo). Sem Purusha ou Shiva não se pode alcançar o verdadeiro conhecimento. Portanto, os dois devem ser adorados: Mahakali e Mahakala”. </em>Portanto, para aqueles que compreendem o Universo como uma “condensação” da Shakti e, neste papel Ela é chamada Mayá, não há espaço para se traduzir esta palavra como ilusão. Em outras palavras, o Universo não é uma ilusão, mas sim o campo de atuação dos Jivas ou almas evolutivas em sua eterna aproximação ao Supremo e a Divina Mãe proporciona esse <em>campo. </em>Por sua característica de mutabilidade ou transformação ele, o universo, é chamado <strong><em>verdade relativa</em></strong><em> </em> e Brahm, a <strong>verdade absoluta</strong>, caracterizada pela imutabilidade, essencial em tudo</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>Coloquemos um exemplo para tentar elucidar tema tão profundo. Quando dizemos que o Sol dá vida a Terra, não nos referimos à possibilidade dele sair de seu lugar no centro do sistema solar e vir à Terra proporcionar os atributos da vida. Entendemos que sua <strong>luz</strong>, que possui inerente todas as suas qualidades, emanando dele, chega à Terra e, interagindo com nosso planeta, proporciona seus atributos de calor e vida. A luz do sol e o sol têm os mesmos atributos e propriedades, sendo ela seu aspecto dinâmico.  Em realidade, de fato quem proporciona vida aos planetas é a luz do sol e não o próprio. Grosseiramente, essa seria a similaridade entre Purusha e Shakti, Sol e Luz do Sol. Este exemplo seria ainda mais adequado se pudéssemos dizer que na própria formação da Terra a luz do sol se condensou originado-a! Prakritti, a matéria raiz de todo o universo, é a condensação da Shakti.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a Shakti, a Mãe Divina, se manifesta através dos diferentes seres e objetos do universo? No reino mineral se manifesta como a inteligência das partículas que formam os átomos e da organização desses átomos como moléculas. Ela, a Mãe Divina, se manifesta como calor, luz, som, magnetismo e eletricidade, por isso, chamada <em>Bhuta Shakti</em> ou a energia dos elementos.</p>
<p style="text-align: justify;">No reino vegetal a Shakti se apresenta em grau superior, como <em>Prana</em>, a energia vital inteligente que promove a organização e o desenvolvimento das plantas e sua sensibilidade aos fatores externos. No reino animal, Ela se apresenta ainda em nível superior. A mente animal (<em>kama) </em>é capaz de aprendizado, instintos, percepção de certo grau de relações entre causa e efeito e maior percepção de prazer e dor. No homem, a Shakti desenvolve ainda o sentido estético e ético e o exercício dos poderes intelectuais, emocionais e volitivos, sendo chamada, então, <em>Jiva Shakti. </em> Mais elevado que <em>Jiva Shakti </em>é a manifestação da Mãe Divina na consciência dos Mestres, Devas, Seres de luz, com suas consciências límpidas, expandidas, com percepções da Unidade, da Plenitude e da Bem-aventurança. Então, Ela é chamada <em>Atma Shakti</em>, a mais elevada forma de Shakti a que pode aspirar o ser humano, levando-o a colaborar no plano divino como Hierarca.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela se apresenta em quatro grandes aspectos, quatro manifestações cósmicas que são os Poderes fundamentais: o poder do conhecimento, o poder da vontade, o poder da ação e o poder da síntese.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-568" title="shailaputri_navadurga_the_nine_forms_of_goddess_wk87" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/10/shailaputri_navadurga_the_nine_forms_of_goddess_wk87-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" />Personificando o Poder do Conhecimento (<em>Gnana-Shakti) </em> Ela é adorada como <strong><em>Saraswati</em></strong>, a  Deusa da Sabedoria, das Artes e das Ciências. O Poder da Vontade (<em>Iccha-Shakti) </em>é representado pela Divina Mãe na forma de <strong><em>Lakshmi</em></strong>, a benevolente Deusa da Prosperidade, da preservação do Dharma, da Beleza, da Bondade. Como <strong><em>Durga ou Kali, </em></strong>Ela personifica o Poder da Ação, a força avassaladora que <em>“quando se manifesta no éter do coração reduz a cinzas os impedimentos provenientes da separatividade” </em>e, <em>“antigo Terror dos desígnios iníquos”, </em>tal como Arjuna declarou no campo de batalha<em> </em>de<em> Kurukshetra. </em>Swami Vivekananda expressa de maneira extraordinária essa visão da Mãe Divina como um Poder destruidor da forma no sentido de produzir o movimento cósmico e a transformação evolutiva:</p>
<p style="text-align: justify;">Vem, Mãe, Vem!</p>
<p style="text-align: justify;">Pois Terror é Teu nome, a Morte está em Teu alento e cada passo que dás destróis um mundo eternamente. Tu, Tempo, a Onidestruidora.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vem, Oh Mãe, vem!</em></p>
<p style="text-align: justify;">E, finalmente, como <strong><em>Yoga Devi</em></strong>, Ela é  Maheswari, a Grande Energia Cósmica, <em> </em>o Sutratma ou <em>Alma-Fio </em>que une a todos os seres e a todos os mundos, como um cordão que une todas as pedras de um rosário. Neste aspecto, Ela é reverenciada como a Rainha da Hierarquia de Siddhas e Mahatmas que governam a evolução desse mundo, o néctar de onde flui a sabedoria e todos os poderes da Grande Fraternidade Branca.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Sua graça é ilimitada; Sua misericórdia é ilimitada; Seu conhecimento é infinito; Seu poder é incomensurável; Sua glória e inefável; Seu esplendor é indescritível. Ela lhe dá Bhukti (prosperidade material) e Mukti (liberação)”. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Este livro, trazido ao público de língua portuguesa, é único em vários aspectos. <strong><em>Yogini, revelando a Deusa Interior </em></strong>não traz a visão do erudito, do filósofo, nem mesmo do devoto. Traz a visão do Sadhaka, do discípulo em treinamento espiritual, e manifesta, numa linguagem muito peculiar, as experiências e o desenvolvimento da compreensão interior que a autora foi adquirindo ao longo de anos de práticas intensas tendo a Shakti como foco de seu Sadhana, a disciplina espiritual. Faz compreender que Veda e Tantra, ou seja, a contemplação do Ser, do Atma, do Imutável que transcende o Universo e não é afetado por ele, contido nos Upanishads e a contemplação da Shakti, ao mesmo tempo onipresente, envolvente e transcendente, contida nos textos tântricos e nos Agamas, são as duas <em>tecnologias </em>que mais rapidamente nos levam à Iluminação.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor especial deste livro é nos fazer compreender que a Matéria, oriunda da Shakti, é tão sagrada quanto o Atma, o Espírito e afasta de nossas mentes esta dicotomia que nos faz crer que o espiritual e o material são incompatíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheci a autora Shambhavi Chopra, após estar em Varanasi, executando Yagyas, de acordo com antigos ritos védicos, conectados com o Jyotish, a astrologia. Chegando a Rishikesh, enquanto esperava para me encontrar com Swami Chidananda Muniji, presidente do Parmarth Niketan Ashram, eis que surgem, na sala onde eu estava, nosso querido David Frawley (Vamadeva Shastri) e aquela senhora que, confesso aos leitores, ao vê-la pela primeira vez, tive dúvidas se estava diante de um ser encarnado ou se se tratava de uma manifestação da Deusa Kali, em seu aspecto mais afável. Sua figura e, principalmente sua fala, mesclam uma grande amorosidade,  com uma autoridade incontestável. Minha mente médica ayurvedica logo deu o veredito de uma tipologia Pitta-Kapha, provida das qualidades espirituais de ambos. Nos dias seguintes estivemos juntos mais ao norte, no Himalaia, em um maravilhoso retiro, onde pude aprofundar ainda mais esta admiração e respeito por uma grande servidora da Devi, que nos faz sentir  presença divina nos menores detalhes da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro espelha sua presença. Por isso, louvei como extraordinária a iniciativa de nossa grande amiga Marcia De Lucca, que compartilhou conosco aquela experiência, nos seus esforços de publicar em português <strong><em>Yogini, revelando a Deusa Interior.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Narayanananda (Dr. Ruguê)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Você poderá adquirir este livro no site<a href="http://www.suddha.net.megaloja.com"> www.suddha.net.megaloja.com</a>. Parte da renda adquirida da venda deste livro é empregada nos programas assistenciais da Fundação Sri Vájera</em></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
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		<title>Hoje é o Pitri Paksha</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 20:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, dia 27 de Setembro é, no calendário Hindu, também seguido pela nossa tradição da Suddha Dharma Mandalam, tal como está descrito no volume II do Sanátana Dharma Dipika, um Amavasya muito especial. Amavasya é o último dia da quinzena obscura (Krishna Gati) do mês lunar &#8211; aquela quinzena que termina com a Lua Nova. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-563" title="mahalaya-amavasya" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/09/mahalaya-amavasya-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" />Hoje, dia 27 de Setembro é, no calendário Hindu, também seguido pela nossa tradição da Suddha Dharma Mandalam, tal como está descrito no volume II do Sanátana Dharma Dipika, um Amavasya muito especial. Amavasya é o último dia da quinzena obscura (Krishna Gati) do mês lunar &#8211; aquela quinzena que termina com a Lua Nova. Especialmente o Amavasya do mês de Ashwin ou Ashwayuja (Setembro-Outubro) é comemorado com uma cerimônia especial dedicada ao Patri Paksha &#8211; a reverência aos nossos antepassados. Relembrar, com alegria e júbilo, as gerações de familiares que nos entecederam e que estão nos planos sutis. Graças à herança que eles nos legaram, sejam agradáveis ou desagradáveis, nós podemos evoluir, crescer, vencer obstáculos que fortalecem os &#8220;músculos da alma&#8221;, manifestar talentos, desenvolver aspectos inferiores da nossa natureza, harmonizar nossas qualidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Om reverência aos nossos antepassados!</p>
<p style="text-align: justify;">Tradicionalmente, depois dos Pujas e Yagyas (a prática espiritual) oferecemos alimentos a todas as pessoas. Swami Sivananda, de Roshikesh escreveu, a propósito deste dia e da oferenda de alimentos:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Charity in the form of food is important during this observance. Life depends upon food. You cannot preach religion to empty stomachs. This human body is the most important vehicle for realising God. How precious must food be which keeps the body fit for Yoga! The gift of food is the greatest gift. Therefore, give food in plenty, not only during the Mahalaya fortnight but all through the year.&#8221;</p>
<p><em>Om Tat Sat Brahmarpanamastu</em></p>
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