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	<title>blog do Dr Ruguê &#187; Artigos</title>
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	<description>Textos e novidades de Dr. José Ruguê (Swami Narayananada)</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Apr 2012 12:49:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Consumo de carne vermelha pode aumentar risco de morte. Reduzir pela menos uma porção ao dia diminui este risco em cerca de 7% a 19%</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2012/03/15/consumo-de-carne-vermelha-pode-aumentar-risco-de-morte-reduzir-pela-menos-uma-porcao-ao-dia-diminui-este-risco-em-cerca-de-7-a-19/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 12:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um conceituado artigo publicado no número deste mes de março de 2012  na prestigiosa  revista médica científica Archives of Internal Medicine expõe, de forma indubitável, os perigos do consumo da &#8220;carne vermelha&#8221;. São grandes populações pesquisadas e com grande rigor científico. O consumo de carne vermelha tem sido associado ao aumento do risco para desenvolver doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um conceituado artigo publicado no número deste mes de março de 2012  na prestigiosa  revista médica científica<em> Archives of Internal Medicine </em>expõe, de forma indubitável, os perigos do consumo da &#8220;carne vermelha&#8221;. São grandes populações pesquisadas e com grande rigor científico.<img class="alignleft size-full wp-image-620" title="legumes" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/legumes.jpg" alt="" width="276" height="182" /></p>
<p>O consumo de carne vermelha tem sido associado ao aumento do risco para desenvolver doenças crônicas. No entanto, sua relação com a mortalidade permanece incerta. Estudo publicado pelo<em>Archives of Internal Medicine</em> mostrou que o consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de morte, enquanto que a substituição de uma porção de carne vermelha ao dia diminui o risco de mortalidade em cerca de 7% a 19%.</p>
<p>Um estudo prospectivo longitudinal contou com a participação de 37.698 homens do<em>Health Professionals Follow-up Study </em>(1986-2008) e 83.644 mulheres do <em>Nurses&#8217; Health Study</em> (1980-2008) sem doença cardiovascular (DCV) ou câncer no início da pesquisa. A dieta foi avaliada através de questionários alimentares validados e atualizados a cada quatro anos.</p>
<p>Os resultados documentaram 23.926 mortes (incluindo 5.910 por DCV e 9.464 mortes por câncer) durante o seguimento. Após ajuste multivariado para estilo de vida e fatores de risco alimentares, observou-se que o consumo de carne vermelha processada ou não processada aumenta o risco de mortalidade geral, por doenças cardiovasculares e por câncer. Estima-se que a substituição de uma porção de carne vermelha ao dia por outros alimentos (incluindo peixes, aves, nozes, legumes, laticínios com baixo teor de gordura ou grãos integrais) diminui o risco de mortalidade em cerca de 7% a 19%. Outra estimativa é que 9,3% das mortes nos homens e 7,6% das mortes em mulheres podem ser evitadas se todos os indivíduos consumirem menos de meia porção de carne vermelha ao dia (cerca de 42 g/dia).</p>
<p>Concluiu-se que o consumo de carne vermelha está associado a um risco aumentado de mortalidade para DCV, câncer e mortalidade geral. A substituição da carne vermelha por outras fontes de proteína relaciona-se a um menor risco de morte.</p>
<p>Fonte:<a href="http://archinte.ama-assn.org/cgi/content/full/archinternmed.2011.2287"> Archives of Internal Medicine</a></p>
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		<title>O risco de AVC pode ser reduzido através da substituição de carne vermelha por outras fontes de proteína</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2012/03/08/o-risco-de-avc-pode-ser-reduzido-atraves-da-substituicao-de-carne-vermelha-por-outras-fontes-de-proteina/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 13:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos científicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas fontes de proteína na dieta foram estudadas prospectivamente em relação ao acidente vascular cerebral. Um estudo publicado na Stroke (uma das revistas médicas científicas mais respeitadas em todo o mundo) examinou a relação entre os alimentos que são grandes fontes de proteína e o risco de acidente vascular cerebral. Foram acompanhados prospectivamente 84.010 mulheres com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_610" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><img class=" wp-image-610  " title="stroke1" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/stroke1.jpg" alt="AVC hemorrágico" width="252" height="208" /><p class="wp-caption-text">AVC hemorrágico</p></div>
<p>Poucas fontes de proteína na dieta foram estudadas prospectivamente em relação ao acidente vascular cerebral. Um estudo publicado na <em>Stroke</em> (uma das revistas médicas científicas mais respeitadas em todo o mundo) examinou a relação entre os alimentos que são grandes fontes de proteína e o risco de acidente vascular cerebral. Foram acompanhados prospectivamente 84.010 mulheres com idades entre 30 e 55 anos no início do estudo e 43.150 homens com idades entre 40 a 75 anos no início do estudo, sem câncer diagnosticado, diabetes ou doença cardiovascular. A dieta foi avaliada repetidamente por um questionário padronizado e validado. Durante 26 e 22 anos de seguimento em mulheres e homens, respectivamente, foram documentados 2.633 e 1.397 acidentes vasculares cerebrais, respectivamente. Na análise multivariada, maior consumo de carne vermelha foi associado a um risco elevado de acidente vascular cerebral, enquanto que uma maior ingestão de aves foi associada a um risco menor. Não foram encontradas associações significativas entre o consumo de legumes ou ovos e o risco de AVC.Estes dados sugerem que o risco de AVC pode ser reduzido através da substituição de carne vermelha por outras fontes de proteína.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://stroke.ahajournals.org/content/43/3/637.abstract" target="_blank">Stroke</a></strong>, Volume 43, 2012, Pages 637-644</p>
<p>Vejam o <em>Abstracts</em> original do artigo</p>
<ul>
<li>Original Contributions; Clinical Sciences</li>
</ul>
<div>
<div id="attachment_612" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><img class=" wp-image-612 " title="stroke2" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2012/03/stroke2.jpg" alt="AVC isquêmico" width="252" height="208" /><p class="wp-caption-text">AVC isquêmico</p></div>
</div>
<div>
<div>
<h2 id="article-title-1">Dietary Protein Sources and the Risk of Stroke in Men and Women</h2>
<div>
<ol id="contrib-group-1">
<li id="contrib-1"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Adam+M.+Bernstein&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Adam M. Bernstein</a>, MD, ScD;</li>
<li id="contrib-2"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=An+Pan&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">An Pan</a>, PhD;</li>
<li id="contrib-3"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Kathryn+M.+Rexrode&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Kathryn M. Rexrode</a>, MD;</li>
<li id="contrib-4"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Meir+Stampfer&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Meir Stampfer</a>, MD, DrPH;</li>
<li id="contrib-5"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Frank+B.+Hu&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Frank B. Hu</a>, MD, PhD;</li>
<li id="contrib-6"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Dariush+Mozaffarian&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Dariush Mozaffarian</a>, MD, DrPH;</li>
<li id="contrib-7"><a href="http://stroke.ahajournals.org/search?author1=Walter+C.+Willett&amp;sortspec=date&amp;submit=Submit">Walter C. Willett</a>, MD, DrPH</li>
</ol>
<p><a href="http://stroke.ahajournals.org/content/43/3/637.abstract#">+</a>Author Affiliations</p>
<ol>
<li><a id="aff-1" name="aff-1"></a><br />
<address>From the Wellness Institute of the Cleveland Clinic (A.B.), Lyndhurst, OH; and the Departments of Nutrition (A.B., A.P., F.H., M.S., D.M., W.W.) and Epidemiology (F.H., M.S., D.M., W.W.), Harvard School of Public Health, the Channing Laboratory (M.S., D.M., W.W.), and the Divisions of Cardiovascular Medicine (D.M.) and Preventive Medicine (K.R., M.S.), Department of Medicine, Brigham and Women&#8217;s Hospital and Harvard Medical School, Boston, MA.</address>
</li>
</ol>
<ol>
<li id="corresp-1">Correspondence to Adam M. Bernstein, MD, ScD, Wellness Institute of the Cleveland Clinic, 1950 Richmond Road/TR2–203, Lyndhurst, OH 44124; E-mail<a href="mailto:bernsta2@ccf.org">bernsta2@ccf.org</a></li>
</ol>
</div>
<div id="abstract-1">
<h2>Abstract</h2>
<div id="sec-1">
<p id="p-3"><strong>Background and Purpose—</strong>Few dietary protein sources have been studied prospectively in relation to stroke. We examined the relation between foods that are major protein sources and risk of stroke.</p>
</div>
<div id="sec-2">
<p id="p-4"><strong>Methods—</strong>We prospectively followed 84 010 women aged 30 to 55 years at baseline and 43 150 men aged 40 to 75 years at baseline without diagnosed cancer, diabetes, or cardiovascular disease. Diet was assessed repeatedly by a standardized and validated questionnaire. We examined the association between protein sources and incidence of stroke using a proportional hazard model adjusted for stroke risk factors.</p>
</div>
<div id="sec-3">
<p id="p-5"><strong>Results—</strong>During 26 and 22 years of follow-up in women and men, respectively, we documented 2633 and 1397 strokes, respectively. In multivariable analyses, higher intake of red meat was associated with an elevated risk of stroke, whereas a higher intake of poultry was associated with a lower risk. In models estimating the effects of exchanging different protein sources, compared with 1 serving/day of red meat, 1 serving/day of poultry was associated with a 27% (95% CI, 12%–39%) lower risk of stroke, nuts with a 17% (95% CI. 4%–27%) lower risk, fish with a 17% (95% CI, 0%–30%) lower risk, low-fat dairy with an 11% (95% CI, 5%–17%) lower risk, and whole-fat dairy with a 10% (95% CI, 4%–16%) lower risk. We did not see significant associations with exchanging legumes or eggs for red meat.</p>
</div>
<div id="sec-4">
<p id="p-6"><strong>Conclusions—</strong>These data suggest that stroke risk may be reduced by replacing red meat with other dietary sources of protein.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Ayurveda e Jyotish</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2011/03/16/ayurveda-e-jyotish/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 02:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a astrologia védica pode contribuir para a prevenção e o tratamento com Ayurveda Originalmente Ayurveda, Yoga e Jyotish – a astrologia védica -  são uma só Ciência. Os antigos Sábios Védicos, em suas meditações, entraram em profundos estados de consciência e, nesse estado expandido, foram compreendendo o Dharma, a ordem cósmica. Em outras palavras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: 20px;">Como a astrologia védica pode contribuir para a prevenção e o tratamento com Ayurveda</span></h1>
<p><img class="size-medium wp-image-501 alignleft" title="man-astrology" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2011/03/man-astrology-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></p>
<p>Originalmente Ayurveda, Yoga e Jyotish – a astrologia védica -  são uma só Ciência.</p>
<p>Os antigos Sábios Védicos, em suas meditações, entraram em profundos estados de consciência e, nesse estado expandido, foram compreendendo o Dharma, a ordem cósmica. Em outras palavras, Eles atingiram a percepção direta da maneira pela qual a presença do Ser ou Pura Consciência, imanente em todas as formas, em todo o Universo, mantém este Universo em constante fluxo, <em>dentro de uma ordem perfeita e em vida eterna, tendo como princípio básico a Lei de Causa e Efeito – Satkaryavada – e a Lei da igualdade dos atributos &#8211; Parinamavada</em>. Esta é a definição mais ampla de Dharma, por isso chamado <strong><em>Sanátana Dharma.</em></strong></p>
<p>Ayurveda, Yoga e Jyotish são as aplicações do conhecimento desse Dharma eterno e transcendental às relações entre a Consciência Pura, os seres, incluindo o humano e o universo.</p>
<p>Saúde para estas ciências, é um conceito muito amplo que implica nas relações de harmonia entre:</p>
<ol>
<li>O corpo controlado pelos Doshas Vata, Pitta e Kapha.</li>
<li>O Prana ou energia vital que flui através dos nadis e Chakras.</li>
<li>A mente ou Manas geradora de emoções e que sofre a forte influência das trigunas – Sattwa, Rajas e Tamas.</li>
<li>A Alma formada pelos nossos corpos permanentes e Buddhi.</li>
<li>O Atma ou Purusha – a Consciência Pura.</li>
</ol>
<p>Estes diversos componentes da nossa existência têm sua anatomia e fisiologia internas próprias e, com exceção do Purusha ou Ser, todos os demais podem apresentar desequilíbrios e causar, pela interdependência no funcionamento de todos, desarmonia nos demais, que se manifesta como doenças.</p>
<p>Estados mentais emocionais geram alterações do fluxo de Prana e o fluxo de Prana afeta o funcionamento de corpo. Alterações orgânicas, por sua vez, podem provocar bloqueio energético de Prana e isto levar a estados emocionais negativos. Estas relações entre mente e corpo são cada vez mais conhecidas de nossa ciência moderna e aceitas por todos. Para a maioria ainda sem o conhecimento da participação de Prana, a energia vital inteligente, neste processo.</p>
<p>Porém, o mais intrigante é a relação da Alma – Jiva em sânscrito – com a vida de nossa personalidade e do nosso corpo. Ela, a Alma, traz os átomos permanentes de nosso corpo causal, com a memória kármica e dela, sem dúvida, provêm muitos fatores que afetam nosso corpo, o prana e a mente gerando doenças. Na  Alma estão muitos fatores que chamamos “genéticos” para a manifestação de doenças, limitações e sofrimentos. Obviamente também encontramos nela, todo o potencial dos talentos e das faculdades já desenvolvidas pelas longas experiências de tantas e tantas existências nesse mundo.</p>
<p>As três Ciências mencionadas – Ayurveda, Yoga e Astrologia – lidam com todos estes níveis da nossa existência mas, quando focamos o ato de preservar a saúde, eliminando fatores causadores de doenças ou quando vamos tratar doenças já estabelecidas pelos métodos Védicos, fica claro que Ayurveda, Yoga e Astrologia abordam diferentes aspectos que nos fazem, quando utilizamos de forma sábia e correta as três, ter o mais integral, holístico sistema de cuidar da saúde que já existiu ou que possa existir. Assim temos:</p>
<ol>
<li>A Ayurveda conhece profundamente as relações dos diversos componentes do corpo, sua anatomia e fisiologia, sua fisiopatologia, ou mecanismos das doenças e seus métodos de tratamento. Reconhece as inter relações de Prana, Manas e Buddhi como fatores causais <strong>mas enfoca os efeitos deles sobre os tecidos, os canais e os processos físicos. Seus métodos de tratamento envolvem principalmente dravyas (substâncias terapêuticas) físicas como ervas, metais, Panchakarma, massagens e outros.</strong></li>
<li>O Yoga, visto como método de tratamento ou <strong>Yogaterapia</strong>, por outro lado, enfatiza as relações de Prana, Manas e Buddhi com o corpo, utilizando métodos como Mudras, Kriyas, Bhandas, Asanas, Pranayamas, Meditação.</li>
</ol>
<p>Gostaria de chamar a atenção do leitor que estamos aqui enfatizando o aspecto terapêutico do Yoga porque, visto como Yoga puramente, sua meta é o contato de Manas e Buddhi com o Purusha, assim como estabelecem os textos sagrados.</p>
<ol>
<li>Jyotish, a astrologia Védica, enfatiza os aspectos da Alma, da influência Kármica sobre nossa vida, do papel destes aspectos kármicos como causa de nossos problemas e como solução deles encontrando a melhor via de resolve-los.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, levando em conta esta perfeita harmonia cósmica chamada Dharma e as inter relações do micro com o macrocosmo, o mapa celeste no momento do nascimento de uma pessoa reflete, sob a interpretação experiente de um astrólogo, vários aspectos da Alma e de seus ciclos durante a vida.</p>
<p>Para um médico Ayurvedico, o mapa astrológico se apresenta como um exame complementar, para dar uma imagem didática. Assim como um hemograma representa o estado do sangue e pode nos fazer constatar ou predizer várias doenças, assim o mapa astrológico nos permite investigar muitos detalhes sobre nossos pacientes como:</p>
<ul>
<li>O momento adequado de plantar e colher as ervas medicinais porque alguns trabalhos demonstram que o períuodo astrológico mais auspicioso para um Dosha “coincide” com a maior concentração das substâncias terapêuticas nas ervas que são adequadas para tratar os problemas daquele Dosha!</li>
<li>Uma acurácia maior no diagnóstico constitucional porque nos permite, além de definir os sete tipos constitucionais (Vata, Pitta, Kapha, Vata-Pitta, Vata-Kapha, Pitta-Kapha e Vata-Pitta-Kapha) amplia-los com a utilização do conhecimento do planeta regente do mapa daquela pessoa. Assim, por exemplo, um Pitta pode ter como planeta regente o Sol ou Marte ou Ketu e isto vai promover diferentes características de Pitta em cada um deles o que nos auxilia na análise constitucional. Aqui eu gostaria de chamar a atenção do leitor que alguns astrólogos, desconhecendo a Ayurveda, tentam determinar o Dosha constitucional de uma pessoa apenas pelo mapa astrológico e o resultado é que difere muitas vezes de forma completa com o real metabolismo e estrutura da pessoa, produzindo confusão e não sendo a ferramenta eficaz para isso na Ciência Védica. Um acurado exame treinado dentro da Ayurveda e o exame do pulso, principalmente, são os melhores meios para se definir o Dosha.</li>
<li>Cada casa astrológica tem relação com diferentes órgãos de nossos corpos. Planetas considerados maléficos, ou combinações inadequadas de planetas, seja naquela casa ou que debilitam o planeta contido naquela casa, favorece o aparecimento de doenças daqueles órgãos e o experiente médico ayurvedico, de posse destas informações, escolhe os Rasayanas ou medicamentos que fortalecem a resistência e imunidade daquele órgão ou tecido preventivamente.</li>
<li>Pessoas que nascem em um determinado signo têm maior propensão a terem enfermidades relacionadas com o elemento predominante daquele signo. Assim, os signos de ar – Gémeos, Libra e Aquário, têm maior possibilidade de terem patologias de origem Vata. Signos de água como Câncer, Escorpião e Peixes têm maior propensão para patologias de Kapha. Signos de fogo como Áries, Leão e Sagitário têm maior possibilidade de terem patologias Pitta e Signos de terra como Touro, Virgem e Capricórnio têm maior propensão a patologia de Ama (biotoxinas) e Kapha. Da mesma maneira, preventivamente, podemos adotar medidas que removam fatores predisponentes para a patologia que a pessoa tenha maior propensão, de acordo a seu signo.</li>
</ul>
<p>Por outro lado devemos lembrar que na Astrologia Védica o Signo pode não corresponder ao da Astrologia ocidental, muito mais conhecida, principalmente para aquelas pessoas que nasceram muito próximo da data de início de um signo, porque como há uma diferença atualmente de 24 graus na determinação do signo entre a astrologia védica e a ocidental muitas pessoas podem estar no Signo “anterior” ao que foi definido no horóscopo ocidental.</p>
<ul>
<li>A posição dos planetas tem forte influência, além de suas relações benéficas ou maléficas, sobre nossos tecidos, órgãos, mente, comportamento e no prognóstico de doenças. Comportamentos são grandes fatores causais de nossos problemas físicos, mentais e em nossas relações afetivas, sociais e profissionais principalmente quando eles são repetitivos e “condicionados”, mecânicos, muito difíceis de serem modificados por uma determinação de nossa vontade ou pelo reconhecimento da necessidade de modifica-los. Muitos desses hábitos comportamentais que definem traços de nosso caráter, estão claramente expressos em nosso mapa natal, podendo ser objetivados, “materializados” o que é o primeiro passo para trata-las.</li>
</ul>
<p>Nesse sentido, quais são os principais <em>dravyas </em>ou substâncias terapêuticas utilizadas no trabalho conjunto da Astrologia com a Ayurveda? São principalmente dois:</p>
<ol>
<li>Os Mantras</li>
<li>As pedras preciosas.</li>
</ol>
<p>Como são utilizadas as pedras preciosas? Elas estão relacionadas principalmente com os planetas e são utilizadas principalmente para estabelecer um equilíbrio de sua influência. Neste sentido elas tratam problemas tanto físicos quanto mentais e espirituais. A principal ação das pedras preciosas é sobre Prana e a mente. Portanto elas não podem ser utilizadas rigidamente baseadas apenas nos Doshas. Nós podemos dirigir ou equilibrar a ação de uma pedra sobre o Dosha escolhendo o metal que lhe servirá de veículo. Assim, se for o ouro, que é um metal quente terá um efeito. Se for a prata, um metal frio, a mesma pedra terá um efeito diferente.</p>
<p>Diferentes pedras podem ser utilizadas para reduzir o mesmo dosha. Por exemplo, o rubi, o coral vermelho e a safira amarela podem reduzir Vata. A escolha deve ser feita baseada no mapa astrológico.</p>
<p>A Ayurveda dispõe de preparados especiais de pedras preciosas, muitas vezes associadas a ervas medicinais, para uso interno. Estes métodos de preparação não são conhecidos generalizadamente e as pedras podem ser tóxicas se não usadas de maneira adequada. Tinturas alcoólicas de pedras podem ser usadas como, por exemplo, a tintura de rubi para aumentar o Agni ou a tintura de pérolas para aumentar Ojas ou imunidade.</p>
<p>O princípio do uso das pedras preciosas dentro da Ayurveda segue o mesmo critério do uso das ervas ou seja, o conhecimento dos elementos que a compõem, o efeito Vipak (de aquecer ou resfriar) e a ação sobre os doshas, dhatus e malas. Se associamos isso com um correto conhecimento dos planetas que necessitam algum tipo de “interferência”  em nosso mapa astrológico teremos uma ótima prescrição ayurvedica.</p>
<p>Finalmente, gostaria de alertar os leitores para alguns aspectos de minha experiência médica com a associação dos conhecimentos de astrologia védica à arte de curar. Cada vez mais os professores e praticantes de Yoga tomam consciência da importância de aprofundar o conhecimento da Ayurveda para direcionar sua prática, escolhendo asanas adequados, a modalidade de pratica-los, o uso de pranayamas e todos os outros métodos do Yoga. Todos vão reconhecendo, cada vez mais, que certas modalidades da prática de asanas podem ser boas para um indivíduo Kapha mas podem provocar mais doenças e desequilíbrios em um indivíduo Pitta ou Vata. Isto tem sido precioso e um grande acréscimo nos benefícios do Yoga na vida das pessoas, individualizando e tornando mais específica a prática.</p>
<p>No caso do uso da Astrologia também é preciso observar o contexto do indivíduo que está recebendo as informações que o mapa revela e tomar cuidado com as prescrições que envolvem não só aconselhamento mas também dieta e outras práticas. Eu já pude constatar, com um sentimento de frustração, alguns de meus pacientes com grande desequilíbrio de Vata, por exemplo, serem aconselhados a fazerem jejuns e penitências prolongadas que sabidamente agravam sua constituição, por alguma conclusão que o astrólogo, não conhecedor da Ayurveda, fez baseado no mapa da pessoa. Para um programa de tratamento ayurvédico, o astrólogo deve comportar-se como o médico patologista que realiza o exame, interpreta os dados, faz sugestões ao médico clínico ayurvedico daquele paciente sobre aspectos específicos mas deixa as conclusões de dieta, ervas medicinais  e programas de tratamento para um contexto mais amplo da Ayurveda.</p>
<p>Na Índia existe uma especialidade de Ayurveda que é a Astrologia médica que envolve alguns aspectos que mencionei aqui brevemente e muitos outros porque é uma das ciências mais complexas dentro de todo conhecimento do grande acervo védico.</p>
<p>Muitos de nós antevêem esta junção harmoniosa do Yoga, Ayurveda e Astrologia como o resgate da maior herança deixada e mantida pelos Grandes Sábios, eternos Guardiões da Humanidade. A Eles nossa humilde reverência.</p>
<p>OM Namo  Narayanaya.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. José Ruguê</p>
<p><a href="mailto:jrugue@triang.com.br">jrugue@triang.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.suddha.net/">www.suddha.net</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Algumas interações entre ervas medicinais e medicamentos sintéticos</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/12/09/429/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 13:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ESCOLA YOGA BRAHMA VIDYALAYA    Algumas interações entre ervas medicinais e medicamentos       Coloquei aqui um resumo de algumas pesquisas sobre interações entre ervas medicinais e medicamentos sintéticos. Como nossa população está muito medicada, é preciso conhecer estas interações para evitar efeitos colaterais, alguns simples mas outros potencialmente graves. Esta é  uma pequena lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: large;"><img class="alignleft size-full wp-image-430" title="temperos" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/12/temperos.jpg" alt="" width="151" height="184" />ESCOLA YOGA BRAHMA VIDYALAYA<span style="font-size: large;"> </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: medium;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: medium;"><em>Algumas interações entre ervas medicinais e medicamentos </em></span></span> </p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"> </span></span></div>
<div><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Coloquei aqui um resumo de algumas pesquisas sobre interações entre ervas medicinais e medicamentos sintéticos. Como nossa população está muito medicada, é preciso conhecer estas interações para evitar efeitos colaterais, alguns simples mas outros potencialmente graves. Esta é  uma pequena lista de ervas medicinais de uso comum, com algumas interações com medicamentos sintéticos. Os médicos podem fazer alterações nas dosagens dos medicamentos ou das ervas para obter o objetivo desejado, ou seja, quando uma erva potencializa o efeito do medicamento pode haver uma redução da dose do medicamento e a manutenção dos resultados com vantagens para os pacientes no aspecto de custos e efeitos colaterais. Mas é preciso ter um ótimo conhecimento farmacológico dos medicamentos sintéticos e das ervas para saber manipula-los adequadamente. Não havendo esse conhecimento é melhor não utilizar as ervas medicinais na vigência dos medicamentos citados.</em>  </p>
<div><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"> </span></span></span></span></div>
<p><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dr. Ruguê</em>  </p>
<p><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">A</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">RECA CATECHU </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">BÉTEL</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage: com fluoenthixol e prociclidina provocando rigidez, bradicinesia e tremor de mandíbula; com flufenazina provocando tremor e rigidez; com prednisona e salbultamol inadequando o controle da asma. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">C</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">APSICUM SPP </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">CHILLI PEPPER </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">– </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">VÁRIAS ESPÉCIES DE PIMENTAS</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com: inibidor de ACE (enzima conversora da angiotensina) provocando tosse; com teofilina aumentando a sua absorção e biodisponibilidade. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">S</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ALVIA MILTIORRHIZA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">DAN SHEN </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">– </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">NOME DA MEDICINA CHINESA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">– </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">SALVIA VERMELHA</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com warfarina aumentando o RNI (índice normalizado internacional). Aumenta o sangramento.</span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">H</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ARPAGOPHYTUM PROCUBENS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">- </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">GARRA DO DIABO </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com warfarina provocando púrpura. Aumenta o sangramento. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">A</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">NGELICA SINENSIS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">DONG QUAI</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com warfarina aumentando o RNI. Aumenta o sangramento. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">E</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">LEUTHEROCOCCUS SENTICOCUS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">GINSENG SIBERIANO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com digoxina provocando o aumento de sua concentração. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">A</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">LLIUM SATIVUM </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ALHO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com warfarina aumentando o RNI. Aumenta o sangramento. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">G</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">INGKO BILOBA </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com: aspirina pode provocar hifema(acúmulo de sangue na câmara anterior do olho) espontâneo; com paracetamol/ergotamina/cafeína pode provocar hematoma subdural; com warfarina pode provocar hemorragia cerebral; com diurético tiazídico pode produzir hipertensão. </span></span> </p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"> </span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">PANAX SPP </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">GINSENG</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span> </span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com: warfarina diminuindo o RNI; com fenelzina produz cefaléia e tremor; com álcool aumenta sua ação. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">C</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">YAMOPSIS TETRAGONOLOBUS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(G</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">OMA AGAR OU AGAR AGAR</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Diminui a absorção de metformina, fenoximetilpenicilina, digoxina paracetamol </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">M</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ORMODICA CHARANTIA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">KARELA</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com clorpropamida diminuindo a glicemia. </span></span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">GLYCYRRHIZA GLABRA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ALCAÇUZ</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage: com prednisolona diminuindo seu clearance; com hidrocortisona potenciando sua ação; com anticoncepcionais orais favorecendo a hipertensão, edema e hipocalemia. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">C</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ARICA PAPAYA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">MAMÃO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com warfarina aumentando o RNI. Aumenta o sangramento. Por esta razão, se justifica a visão ayurvedica de que o mamão contém energia Pitta e aumenta Pitta, apesar da sensação refrescante. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">P</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">LANTAGO OVATA </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">PSYLLIUM</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com lítio diminuindo a sua concentração sanguínea. </span></span> </p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"> </span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">HYPERICUM PERFURATUM </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ERVA DE </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">S</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ÃO </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">J</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">OÃO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span> </span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com paroxetina provocando letargia; com trazodona, sertralina e nefazodona provocando síndrome serotoninérgica; com teofilina e com digoxina e ciclosporina diminuindo a concentração sanguínea; com anticoncepcionais orais favorecendo sangramentos. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">S</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">AIBOKU</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">-</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">TO </span></span><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">(mistura de ervas asiáticas: magnólia officinalis e perillae frutescens) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com prednisolona aumentando sua concentração sanguínea. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">S</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">HANKHAPUSHPI </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com fenitoína diminuindo a concentração sanguínea e reduzindo o controle de convulsões. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">S</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">HO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">-</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">SAIKO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">-</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">TO OU XIAO CHAI HU TANG </span></span><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">(mistura de ervas asiáticas: alcaçuz, ginseng, etc) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com prednisolona diminuindo a concentração sanguínea. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">T</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">AMARINDUS INDICUS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">TAMARINDO</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com aspirina aumentando a sua biodisponibilidade. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">V</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">ALERIANA OFFICINALIS </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">VALERIANA</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com álcool potencializando a sua ação. </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">P</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">AUSINYSTALLA YOHIMBE </span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">(</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: x-small;">YOHIMBINE</span></span><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;">) </span></span>  </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;"><span style="font-family: Cambria,Cambria; font-size: small;">Reage com antidepressivos tricíclicos produzindo hipertensão arterial. </span></span>  </p>
</div>
<p></span></span></span></span></span></p>
</div>
<p></span></span></span></span></p>
<p></span></span></p>
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		<title>Yoga no tratamento da fibromialgia</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/10/19/yoga-no-tratamento-da-fibromialgia/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 20:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós que praticamos Yoga temos uma clara percepção dos efeitos da prática sobre a saúde. Métodos simples, fáceis, harmoniosos, nos reequilibram, promovem a saúde e a longevidade e, também, trata doenças estabelecidas. Em nosso esforço de  demonstrar trabalhos científicos reconhecidos sobre o tema, apresento aqui uma pesquisa publicada na respeitada revista médica Pain, realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós que praticamos Yoga temos uma clara percepção dos efeitos da prática sobre a saúde. Métodos simples, fáceis, harmoniosos, nos reequilibram, promovem a saúde e a longevidade e, também, trata doenças estabelecidas. Em nosso esforço de  demonstrar trabalhos científicos reconhecidos sobre o tema, apresento aqui uma pesquisa publicada na respeitada revista médica <strong><em>Pain</em>, </strong>realizado por pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde de Oregon &#8211; USA.</p>
<p><strong>Prática de ioga pode reduzir sintomas de fibromialgia, indica estudo</strong><br />
Alongamento, meditação e respiração controlada podem ajudar as pessoas que sofrem com as dores musculares e articulares que caracterizam a fibromialgia. Em estudo com 53 mulheres com fibromialgia, pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos EUA, observaram bons resultados da participação dessas pacientes em um programa integral de ioga &#8211; incluindo 40 minutos de alongamentos leves, 25 min de meditação profunda, 10 min de exercícios de respiração, 20 min de apresentação sobre os princípios da ioga e 25 min de debate das experiências das participantes com a prática.</p>
<p>Publicados recentemente na revista científica <em>Pain</em>, os resultados indicaram que aquelas que participaram do programa apresentaram maiores benefícios na redução dos sintomas da doença, incluindo dor, fadiga, problemas de sono e distúrbios de humor, comparadas àquelas apenas em tratamento padrão. Além disso, as “iogues” aumentaram sua capacidade de realizar as tarefas cotidianas e apresentaram melhores estratégias de enfrentamento da doença.</p>
<p><strong>Prática de ioga pode reduzir sintomas de fibromialgia, indica estudo</strong></p>
<p>Alongamento, meditação e respiração controlada podem ajudar as pessoas que sofrem com as dores musculares e articulares que caracterizam a fibromialgia. Em estudo com 53 mulheres com fibromialgia, pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos EUA, observaram bons resultados da participação dessas pacientes em um programa integral de ioga &#8211; incluindo 40 minutos de alongamentos leves, 25 min de meditação profunda, 10 min de exercícios de respiração, 20 min de apresentação sobre os princípios da ioga e 25 min de debate das experiências das participantes com a prática.</p>
<p>Publicados recentemente na revista científica <em>Pain</em>, os resultados indicaram que aquelas que participaram do programa apresentaram maiores benefícios na redução dos sintomas da doença, incluindo dor, fadiga, problemas de sono e distúrbios de humor, comparadas àquelas apenas em tratamento padrão. Além disso, as “iogues” aumentaram sua capacidade de realizar as tarefas cotidianas e apresentaram melhores estratégias de enfrentamento da doença.</p>
<p>“Embora a ioga venha sendo praticada há milênios, apenas recentemente os pesquisadores começaram a demonstrar seus efeitos em pessoas que sofrem de dores persistentes”, destacou o pesquisador James Carson. “As descobertas desse estudo piloto oferecem um promissor apoio preliminar para os efeitos benéficos da ioga em pacientes com fibromialgia”, concluiu.</p>
<p>Veja o texto original em inglês: <a href="http://www.webmd.com/fibromyalgia/news/20101014/yoga-eases-fibromyalgia-pain">http://www.webmd.com/fibromyalgia/news/20101014/yoga-eases-fibromyalgia-pain</a></p>
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		<title>Leite de vacas criadas em pastagens reduz risco de infarto</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/07/02/leite-de-vacas-criadas-em-pastagens-reduz-risco-de-infarto/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 13:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Temos sempre insistido, em nossos cursos, palestras, artigos, sobre a importância dos cuidados com as vacas leiteiras. Tratadas com carinho e respeito nos dão um dos alimentos mais ricos e nutritivos: o leite e seus derivados. Tratadas cruelmente, como se fossem apenas usinas produtoras de leite, fornecem um leite causador de doenças. Continuamos com nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify"><a href="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/vaca-feliz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-382" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/vaca-feliz.jpg" alt="vaca feliz" width="118" height="124" /></a>Temos sempre insistido, em nossos cursos, palestras, artigos, sobre a importância dos cuidados com as vacas leiteiras. Tratadas com carinho e respeito nos dão um dos alimentos mais ricos e nutritivos: o leite e seus derivados. Tratadas cruelmente, como se fossem apenas usinas produtoras de leite, fornecem um leite causador de doenças.</p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify">Continuamos com nossa cruzada da VACA FELIZ!!!</p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify">Vejam essa bem organizada pesquisa.</p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify"><strong>O acido linoleico presente em laticínios provenientes de leite de vacas em regime de pastagem protegem contra os riscos das gorduras saturadas destes alimentos</strong></p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify"><strong></strong>Apesar do teor elevado de gorduras saturadas em produtos lácteos, não há uma clara associação entre a ingestão de lacticínios e o risco de infarto do miocárdio (IAM). Os produtos lácteos são a principal fonte de ácido linoléico conjugado (CLA), que é produzido pela biohidrogenação ruminal de gramíneas ingeridas pelas vacas. Vacas leiteiras em pastagens têm mais CLA no leite do que vacas alimentadas com grãos. Alguns modelos animais relatam efeitos benéficos do CLA sobre a aterosclerose. Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition determinou a associação entre o CLA no tecido adiposo e o menor risco de IAM. Foram estudados 1.813 casos incidentes de um primeiro infarto agudo do miocárdio não-fatal e 1813 controles populacionais, pareados por idade, sexo e área de residência. Todos os indivíduos viviam na Costa Rica, um país que usa pastagens para vacas leiteiras. O CLA no tecido adiposo esteve associado a um menor risco de IAM em modelos básicos e multivariados. Em comparação com o menor quintil, os odds ratios foram 0,80 (0,61 a 1,04) para o segundo, 0,86 (0,64 a 1,14) para o terceiro, 0,62 (0,46 a 0,84) para o quarto, e 0,51 (0,36 a 0,71)  para o quinto quintil (P para tendência &lt;0,0001). A ingestão de produtos lácteos não foi associada com o risco de IAM. Os autores concluíram que o CLA, que está presente em quantidades significativas no leite de vacas em regime de pastagem, poderiam compensar os efeitos adversos do teor de gordura saturada de produtos lácteos.</p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #000000;" align="justify"><strong>Fonte: <a href="http://www.ajcn.org/cgi/content/abstract/92/1/34" target="_blank">The American Journal of Clinical Nutrition</a></strong>, Volume 92, Number 1, 2010, Pages 34-40</p>
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		<title>Yoga pode melhorar o sono e reduzir fadiga de pessoas com câncer</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/06/08/yoga-pode-melhorar-o-sono-e-reduzir-fadiga-de-pessoas-com-cancer/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 03:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ioga pode melhorar o sono e reduzir fadiga de pessoas com câncer A prática de ioga pode ser benéfica para pessoas que já tiveram câncer, pois ajudam esses pacientes a dormir melhor e a ter mais energia, segundo estudo que será apresentado em junho no Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Avaliando mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ioga pode melhorar o sono e reduzir fadiga de pessoas com câncer</span></strong></p>
<p>A prática de ioga pode ser benéfica para pessoas que já tiveram câncer, pois ajudam esses pacientes a dormir melhor e a ter mais energia, segundo estudo que será apresentado em junho no Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Avaliando mais de 400 sobreviventes do câncer &#8211; a maioria tratada com quimioterapia para o câncer de mama -, os especialistas notaram que aqueles que passaram a praticar Hatha ioga e ioga restaurativa duas vezes por semana conseguiram, em um mês, largar os remédios para dormir, e apresentavam qualidade de sono 22% melhor do que aqueles que não participaram das aulas, que incluíam exercícios posturais e respiratórios.</p>
<p>Os resultados indicaram, ainda, que a ioga poderia reduzir a fadiga pela metade e levar a pequenos aumentos na qualidade de vida. “Temos uma intervenção estudada, uma que tem sido submetida a testes clínicos e, vejam só, parece ser benéfica”, destacou Douglas Blayney, presidente da Sociedade e pesquisador não envolvido com este estudo. No entanto, segundo o especialista, clínicos e oncologistas, frequentemente, se sentem desconfortáveis em aconselhar os pacientes o uso de terapias que são complementares ao tratamento padrão contra o câncer.</p>
<p><a href="http://www.webmd.com/cancer/news/20100520/yoga-helps-cancer-survivors-sleep-better">Leia o trabalho no WebMD &#8211; em inglês</a></p>
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		</item>
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		<title>Carboidratos refinados podem agredir mais o coração do que as gorduras saturadas, segundo artigo publicado na Scientific American deste mês</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/05/07/carboidratos-refinados-podem-agredir-mais-o-coracao-do-que-as-gorduras-saturadas-segundo-artigo-publicado-na-scientific-american-deste-mes/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 14:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de obesidade durante este período mais do que dobraram. Os índices de diabetes triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população. Pesquisas recentes, incluindo uma meta-análise de mais de uma dúzia de estudos, sugerem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/05/carbohidratos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-367" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/05/carbohidratos.jpg" alt="carbohidratos" width="100" height="68" /></a>Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">obesidade</span> durante este período mais do que dobraram. Os índices de <span>diabetes</span> triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Pesquisas recentes, incluindo uma meta-análise de mais de uma dúzia de estudos, sugerem que os<span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">carboidratos processados</span>, os quais muitos americanos comem hoje em dia no lugar das gorduras saturadas, podem aumentar o risco de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">obesidade</span>, <span>diabetes</span> e de doenças cardíacas mais do que a ingestão de gorduras saturadas &#8211; um achado que tem implicações sérias para os novos <em>guidelines</em> aguardados para este ano.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Em março, o <em>American Journal of Clinical Nutrition</em> publicou uma meta-análise que relacionou os hábitos alimentares de aproximadamente 350 mil pessoas e o risco de desenvolver <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">doenças cardiovasculares</span>durante um período de 5 a 23 anos. A análise, coordenada por Ronald M. Krauss, diretor de pesquisas sobre<span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">aterosclerose</span> do <em>Children&#8217;s Hospital Oakland Research Institute</em>, não encontrou associações entre a quantidade de gorduras saturadas consumidas e o risco de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">doenças cardiovasculares</span>.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Meir Stampfer é professor de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">nutrição</span> e epidemiologia da <em>Harvard School of Public Health</em> e um dos autores de um estudo publicado no <em>New England Journal of Medicine</em> que acompanhou 322 obesos por dois anos quando eles adotaram uma das três dietas: dieta de baixo consumo de gorduras &#8211; dieta de restrição calórica baseada no guideline da <em>American Heart Association</em>; <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">dieta Mediterrânea</span> &#8211; dieta de restrição calórica rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas; dieta com baixo consumo de carboidratos, sem restrição calórica. Embora os que fizeram a dieta com baixo consumo de carboidratos tenham comido mais gorduras saturadas, eles terminaram o estudo com os níveis mais saudáveis de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">HDL</span> e <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">LDL colesterol</span> e perderam duas vezes mais peso do que os que ingeriram pouca <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">gordura</span> saturada.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">No <em>Journal of the American Medical Association</em>, outro estudo avaliou 65 mil mulheres e observou que as que ingeriram carboidratos  mais rapidamente absorvidos &#8211; os quais têm alto índice glicêmico &#8211; tinham uma probabilidade 47% maior de adquirir <em><span>diabetes mellitus</span></em> tipo 2 do que aquelas que ingeriram alimentos de índices glicêmicos baixos (a quantidade de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">gordura</span> ingerida não afetou o risco de <span>diabetes</span>).</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Ainda não se sabe se estas observações farão parte do <em>Dietary Guidelines for Americans</em> de 2010, atualizado a cada cinco anos. Até o momento, a recomendação americana é de limitar a ingestão calórica como um todo, independente da fonte.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Ninguém está dizendo que as pessoas devem começar a ingerir gorduras saturadas em qualquer quantidade. O que está sendo mostrado é que as gorduras saturadas podem ser neutras, comparadas aos efeitos dos <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">carboidratos processados</span> e açúcares refinados como os encontrados em alguns cereais, pães, massas e biscoitos. Substituir gorduras saturadas por carboidratos de alto índice glicêmico pode não só não trazer benefícios, como, pelo contrário, causar danos ao organismo.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=carbs-against-cardio&amp;page=2" target="_blank">Scientific American de maio de 2010</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>AYURVEDA – PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO CÂNCER.</title>
		<link>http://suddha.org/blog/2010/05/06/ayurveda-%e2%80%93-prevencao-e-tratamento-do-cancer/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 02:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://suddha.org/blog/?p=359</guid>
		<description><![CDATA[Dr. José Ruguê Ribeiro Júnior Creio que nenhuma outra doença nos deixa tão assustados quanto o câncer. Algumas pessoas até temem pronunciar esta palavra como se ela fosse uma entidade maléfica. Por que? É provável que a maioria de nós já tenha assistido de perto o efeito devastador do câncer bem como de seus tratamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/05/Rasna.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-360" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/05/Rasna-300x225.jpg" alt="Rasna" width="300" height="225" /></a></h1>
<h1><span style="font-weight: normal; font-size: x-small;"><br />
</span></h1>
<p style="text-align: right;">Dr. José Ruguê Ribeiro Júnior</p>
<p>Creio que nenhuma outra doença nos deixa tão assustados quanto o câncer. Algumas pessoas até temem pronunciar esta palavra como se ela fosse uma entidade maléfica. Por que? É provável que a maioria de nós já tenha assistido de perto o efeito devastador do câncer bem como de seus tratamentos convencionais – a cirurgia, a quimio e a radioterapia &#8211; em alguém a quem amamos. Assistimos impotentes esta doença se apoderar do corpo, da mente e dos ideais de alguém próximo a nós, que um dia foi tão cheio de vida.</p>
<p>Consideráveis somas de recursos têm sido gastos no combate ao câncer e muitos avanços importantes foram conseguidos por nossa Medicina convencional, mas as estatísticas mostram fatos sombrios sobre a evolução desta doença no mundo. Para citar um exemplo, apenas nos Estados Unidos prevê-se, para este ano de 2007:</p>
<ol>
<li>Mais de 1.250.000 novos pacientes com      câncer invasivo serão diagnosticados.</li>
<li>Outros 1.500.000 novos pacientes com      câncer não invasivo serão diagnosticados.</li>
<li>Mais de 500.000 pessoas morrerão de      câncer.</li>
<li>Do número total de mortes no país, 1      em cada 5 é provocada por câncer.</li>
<li>O câncer afetará uma em cada três      pessoas vivas hoje.</li>
<li>50% das pessoas diagnosticadas com      essa doença morrerão dela.</li>
</ol>
<p>Uma das principais razões para esse avançar do câncer é que a Medicina convencional há muito tem ignorado a maior fonte de cura, <em>a natureza</em> e é indiferente a esta “artificalização” cada vez maior de nossas vidas.</p>
<p>Um praticante de Yoga e de Ayurveda, sempre afeito a buscar as causas mais profundas da dor e do sofrimento humano logo deve perceber que as razões para tal problema tão grave e crescente estão na abordagem que fazemos da vida, nossos valores, nossos hábitos e nossa relação com a vida espiritual e também compreende que a prevenção do câncer está diretamente relacionada com a busca de uma vida onde predominem qualidades <em>sattwicas (de pureza e harmonia). </em></p>
<h2>Causas:</h2>
<p>Algumas pessoas vivem como se o câncer fosse uma doença acidental ou má sorte. A Ayurveda, o sistema de cura e prevenção mais antigo do mundo, originário dos Vedas e transmitido pelos Sábios da Índia, enfatiza a existência das seguintes causas:</p>
<ol>
<li>Toxinas físicas presentes no ambiente      – no ar, na água, nos alimentos.</li>
<li>Toxinas energéticas representadas      pelas formas pensamentos conflitivas, perturbadas, carregadas das      qualidades de Rajas – agitação – e Tamas – inércia.</li>
<li>Toxinas mentais representadas pela      supressão das emoções ou estagnação das emoções que causam acúmulo dos <strong><em>doshas </em></strong> e de <strong><em>ama</em></strong> (<strong><em> </em></strong>biotoxinas) no organismo. De fato, nossa Medicina ocidental no      passado, quando ainda trabalhava com os biótipos humanos, considerava o      câncer como sendo uma doença da melancolia ou <strong><em>bile negra</em></strong> o que      representa a supressão das emoções. Por esta razão, a Ayurveda considera      que apenas meios físicos como medicamentos, alimentação e outros não são      suficientes para o tratamento do câncer, lançando mão de métodos sutis ou      energéticos como a terapia com pedras preciosas, mantras, meditação e      psicoterapia espiritual.</li>
<li>Alimentos desvitalizados.</li>
<li>Estilo de vida.</li>
<li>Carência de propósito espiritual na      vida.</li>
</ol>
<p>Cada vez mais os levantamentos estatísticos feitos por pesquisadores, universidades e entidades governamentais têm demonstrado a relação entre fatores habituais de nossas vidas e o câncer. Assim, caros leitores, vejam um quadro das causas detectadas para o câncer e sua incidência:</p>
<p>CAUSAS EXTRÍNSECAS PARA A INCIDÊNCIA DE CÂNCER</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="288" valign="top">FATOR</td>
<td width="288" valign="top">PORCENTAGEM DE   MORTE POR CÂNCER</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Dieta</td>
<td width="288" valign="top">35%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Cigarro</td>
<td width="288" valign="top">30%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Comportamento   sexual</td>
<td width="288" valign="top">7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Ocupação</td>
<td width="288" valign="top">4%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Irradiação</td>
<td width="288" valign="top">3%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Álcool</td>
<td width="288" valign="top">3%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Poluição</td>
<td width="288" valign="top">2%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Medicamentos e   procedimentos médicos</td>
<td width="288" valign="top">1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Aditivos   alimentares</td>
<td width="288" valign="top">&lt;1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Produtos   industriais</td>
<td width="288" valign="top">&lt;1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Infecção</td>
<td width="288" valign="top">10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Outros   (desconhecido)</td>
<td width="288" valign="top">?</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Estes dados são impactantes porque nos mostram que o câncer está muito mais em nossas mãos do que parece. Bastaria (!) o abandono completo do cigarro e a mudança da alimentação para que evitássemos 65% das causas conhecidas como externas para aquela doença. Qual tecnologia, qual procedimento, qual equipamento, qual hospital, qual novo medicamento poderia fazer isso? Então, nosso esforço e de todos aqueles que estudam e praticam o Yoga e a Ayurveda deve ser um forte e consistente trabalho na direção da alimentação correta e do abandono do tabagismo.</p>
<p>Também alguns dados são interessantes quando comparam diferentes fatores e a possibilidade de gerarem câncer. O número colocado na coluna <strong>Risco </strong>indica quantas vezes a pessoa tem mais chances de apresentar câncer do que uma pessoa que não está sujeita a tal fator. Assim, por exemplo, um tabagista tem 10 vezes mais (1000%) a possibilidade de adquirir câncer do que aquele que não fuma e não está exposto ao cigarro.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="288" valign="top">Fator</td>
<td width="288" valign="top">Risco</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Tabagismo</p>
<p>. Fumante ativo</p>
<p>. Já foi ativo. Deixou de fumar faz menos   de um ano</p>
<p>. Alto nível de exposição ao fumo passivo   (principalmente na infância)</td>
<td width="288" valign="top">10,0</p>
<p>2,0</p>
<p>4,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Parente em   primeiro grau com câncer: avós, pais ou irmãos</td>
<td width="288" valign="top">2,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Exposição à   radiação eletromagnética (instaladores de telefone)</td>
<td width="288" valign="top">2,0</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Consumo de carne   vermelha</p>
<p>. Uma vez por semana ou menos</p>
<p>. &gt;   4 vezes/semana</p>
<p>. Se costuma comer carne bem passada,   grelhada ou defumada</td>
<td width="288" valign="top">1,5</p>
<p>2,0</p>
<p>3,0</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Baixo consumo de   frutas e vegetais (&lt; 1,5 porções/dia)</td>
<td width="288" valign="top">1,65</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Obesidade/calorias   totais</td>
<td width="288" valign="top">1,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Consumo de açúcar   acima da média</td>
<td width="288" valign="top">1,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Depressão</td>
<td width="288" valign="top">1,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Exercícios   regulares (&gt; 5 horas/semana)</td>
<td width="288" valign="top">0,45 (ou seja,   reduz quase pela metade)</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Consumo de alho   (5 dentes/semana)</td>
<td width="288" valign="top">0,60</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Consumo de 1   colher de sopa de azeite de oliva/dia</td>
<td width="288" valign="top">0,75</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Muitos outros dados já foram levantados e sugiro aos leitores que estudem o livro <em>How to prevent and treat cancer with natural medicine </em>de autoria dos Drs. Murray, Pizzorno e cols. do Bastyr University, Seattle, USA.</p>
<h2>Mecanismos</h2>
<p>De acordo com a Ayurveda, havendo a presença dos fatores causais citados anteriormente, sejam físicos ou sutis, com a persistência necessária, vai ocorrer o desequilíbrio dos Doshas – Vata, Pitta e Kapha. Em geral, no câncer há o desequilíbrio dos três com o predomínio de um. Este acúmulo dos doshas acaba por provocar o enfraquecimento do <em>Agni – o fogo digestivo – </em>que não vai digerir adequadamente os alimentos e estes alimentos não digeridos formam <em>Ama – toxinas. </em>Estas extravasam, juntamente com o Dosha em excesso, e vão produzir o mal funcionamento dos tecidos, impedindo a formação de Ojas – imunidade, resistência – na quantidade necessária e com a qualidade correta. Com a deficiência de Ojas, as células anômalas de nosso organismo, que não se autodestruíram em sua formação, não serão eliminadas por meio das células específicas da imunidade anticâncer conhecidas como linfócitos T – <em>killer </em>– e se desenvolverão naquele órgão ou sistema mais enfraquecido por tendência genética ou pelo mal uso. Como o tumor tem um metabolismo muito elevado, ou seja Pitta, ele consome a energia e os nutrientes da pessoa, levando à formação de mas Ama e desnutrição Vata.</p>
<p>No sistema védico o câncer é visto como um distúrbio psíquico, um rompimento da aura seguido da entrada de forças astrais negativas. Por este motivo as terapias que incluem limpeza emocional, mantra e meditação são importantes no programa ayurvédico.</p>
<h2>Estratégia do tratamento ayurvedico</h2>
<p>O tratamento ayurvedico para o câncer é um conjunto de terapias de suporte para o tratamento convencional e de métodos preventivos. Seus objetivos são:</p>
<ol>
<li>Reduzir de modo significativo o risco      do contrair câncer para a pessoa que resolve seguir os métodos ayurvédicos      de vida.</li>
<li>Alterar de modo eficaz o ambiente      interno da pessoa para prevenir a formação do câncer.</li>
<li>Tornar mais eficiente a      desintoxicação de substâncias nocivas ao organismo.</li>
<li>Reduzir os efeitos lesivos ao organismo      da rádio e quimioterapia.</li>
<li>Estimular o sistema imunológico do      paciente com câncer.</li>
<li>Eliminar ou reduzir de forma intensa      a desnutrição provocada sobre os tecidos da quimioterapia.</li>
<li>Ajudar a “matar de fome”,  de forma seletiva, as células      neoplásicas.</li>
<li>Reduzir o risco de tumores      recorrentes.</li>
<li>Aumentar de forma significativa as      chances de remissão total ou parcial do tumor.</li>
</ol>
<h3>Terapias espirituais:</h3>
<p>Gemoterapia ou o uso de pedras preciosas e semipreciosas tem seu papel no tratamento do câncer. Elas equilibram a aura e protegem a vida. A safira azul engastada em ouro é a melhor gema que tem propriedades anticancer.  Ela ajuda a eliminar as forças negativas que invadem o corpo, mas deve ser usad com outras pedras que aumentem a força vital positiva. O diamante é a mais importante. A safira a marela e o topázio amarelo são as melhores pedras para aumentar o Ojas, a energia do sistema imunológico. O rubi, a granada e o coral vermelho podem restabelecer a circulação adequada e remover a estagnação em torno do tumor. A esmeralda ajuda a aumentar o prana e alivia a dor e a desarmonia.</p>
<p>Na Ayurveda existem preparações especiais com diamantes que são chamadas hira bhasma que têm potente ação. Pranayamas de acordo com o Dosha e o Japa de mantras constituem elementos fundamentais para dar o suporte espiritual e emocional durante o tratamento.</p>
<h3>Tratamento com ervas medicinais:</h3>
<ol>
<li>Potentes ervas alterativas ou      purificadoras do sangue:</li>
</ol>
<p>Neste grupo estão as principais ervas ayurvedicas contra o câncer como a curcuma, guduchi, dente de leão, manjishta, salsaparrilha e outras que devem ser utilizadas com uma radical dieta de desintoxicação que inclui o uso de brotos de vegetais e alimentos não formadores de Ama. Usadas principalmente em câncer linfático, de pele e de variedades Pitta e Kapha.</p>
<ol>
<li>Estimulantes da circulação:</li>
</ol>
<p>Açafrão da terra, guggulu, mirra, zedoária. Usadas principalmente em câncer uterino e de mama, de fígado e de pâncreas.</p>
<ol>
<li>Tónicos estimulantes imunológicos:</li>
</ol>
<p>Ashwagandha, shatawari, kapikacchu, guduchi, bala, shilajit, raiz de confrei, ginseng. Usadas em todas as formas de tumores.</p>
<ol>
<li>Ervas de eliminam muco:</li>
<li>Principalmente bhallatak. Para câncer      da tireoide, do pescoço e do sistema linfático.Principalmente para os      tipos de tumores Vata e Kapha.</li>
<li>Amargos fortes e ervas picantes com      propriedades de redução de gordura e destruição de toxinas:</li>
</ol>
<p>Incluem katuka, aloé, pimenta do reino, pippali e outras.</p>
<p>Estas ervas citadas nos seis grupos são apenas exemplos. Fórmulas de composição de mesmas devem ser preparadas de acordo com as condições da pessoa e as características do tumor. A dose deve ser sempre acima das doses terapêuticas comuns, também tendo em vista as condições gerais da pessoa.</p>
<p>O <strong>Panchakarma </strong>é de fundamental importância e deve ser realizado o mais precoce possível, quando as condições gerais do paciente o permitam. Todos os cinco Karmas são úteis em qualquer tipo de tumor.</p>
<h3>Tratamento alimentar:</h3>
<p>Abandonar radicalmente o uso da carne e dos laticínios, principalmente aqueles mais fermentados como queijos amarelos. Evitar todos os alimentos muito ricos em proteínas porque o tumor é mais ávido e proteínas do que nossos tecidos normais e uma dieta muito rica neste tipo de nutrientes favorece mais ao tumor do que aos nossos tecidos. Proteínas vegetais, principalmente aquelas provenientes de feijões como o mung são especialmente indicadas.</p>
<p>Vegetais frescos, brotos germinados, sucos verdes são ricos em prana e especiais para serem usados. Deve ser observado o estado do Agni e o Dosha predominante de cada pessoa para definir se devem ser usados crus ou cozidos.</p>
<p>Se o paciente está muito debilitado deve fazer uma monodieta com <em>kichari </em>composto de partes iguais de mung dhal e arroz basmati, preprados com temperos como açafrão da terra (curcuma), gengibre, alho, pequena quantidade de ghi e raízes.</p>
<p>Esta pequena revisão deve chamar a atenção do leitor para a necessidade de mudanças urgentes dos hábitos alimentares, rever aspectos do estilo de vida e de nossa relação com a vida, principalmente estimular a prática da meditação silenciosa e manter a harmonia corpo-energia vital-mente-alma e Purusha para vivermos mais felizes e realizarmos nossos objetivos mais elevados.</p>
<p>Patanjali diz, nos Yoga Sutra, que Yoga é a disciplina que nos afasta do sofrimento.</p>
<p>Namaste.</p>
<p><em>Dr. José Ruguê Ribeiro Júnior</em></p>
<p><em><a href="narayanananda@gmail.com">narayanananda@gmail.com</a> </em></p>
<p><em><a href="http://www.suddha.net/">www.suddha.net</a> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Idosos que usam anti-psicóticos podem dobrar o risco de ter uma pneumonia fatal, de acordo com pesquisadores holandeses</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 01:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Ruguê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores holandeses publicaram um trabalho no Annals of Internal Medicine relatando que o uso de anti-psicóticos em idosos pode dobrar o risco de uma pneumonia fatal e não beneficiar muitos pacientes com demência que estão em uso desta medicação. O estudo contou com a participação de cerca de dois mil pacientes. Observou-se que o aumento no risco começa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;"><a href="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/04/imagem-remedio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-344" src="http://suddha.org/blog/wp-content/uploads/2010/04/imagem-remedio.jpg" alt="imagem remedio" width="100" height="68" /></a>Pesquisadores holandeses publicaram um trabalho no <em>Annals of Internal Medicine</em> relatando que o uso de anti-psicóticos em idosos pode dobrar o risco de uma <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span> fatal e não beneficiar muitos pacientes com <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">demência</span> que estão em uso desta medicação.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">O estudo contou com a participação de cerca de dois mil pacientes. Observou-se que o aumento no risco começa logo após o início do uso da medicação, é dose-dependente e concluiu que estes pacientes devem ser monitorados rigorosamente.</p>
<p>Revisão publicada em 2009 mostrou que os anti-psicóticos são usados abusivamente em muitos casos e podem ser responsáveis pela morte de 1800 pacientes no Reino Unido anualmente. Cerca de 180.000 pacientes com <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">demência</span> recebem a prescrição desta medicação ao ano, mas apenas 36 mil se beneficiam do uso. O presente trabalho mostrou que estes medicamentos só devem ser prescritos quando absolutamente necessários.</p>
<p>O estudo publicado no <em>Annals of Internal Medicine</em> comparou o histórico de saúde de 258 idosos com mais de 65 anos com <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span> a 1686 pacientes da mesma faixa etária sem a <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">infecção</span>, todos em uso de anti-psicóticos. Dos indivíduos com <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span>, 25% morreram no intervalo de um mês. Ao verificarem as prescrições destes pacientes, os pesquisadores associaram o uso de anti-psicóticos com o risco dobrado de apresentar <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span>.</p>
<p>O uso atual de anti-psicóticos típicos ou atípicos foi associado a um aumento dose-dependente no risco de<span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span> comparando com o uso prévio de anti-psicóticos. Apenas os anti-psicóticos atípicos foram associados ao aumento nos casos de <span style="font-size: inherit; font-family: inherit; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dashed; border-bottom-color: #0066cc;">pneumonia</span> fatal.</p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.annals.org/" target="_blank">Annals of Internal Medicine, volume 152, de 6 de abril de 2010</a></p>
<p style="font-size: inherit; font-family: inherit; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; text-align: justify;">Publicado no news.med.br</p>
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